Estado inaugura serviço ambulatorial do Projeto Sorriso Especial em Campo Grande

Espaço voltado para atendimento odontológico a pessoas com necessidades especiais vai beneficiar 600 pacientes por mês

unnamed (2)O Governo do Estado, através da Secretaria de Estado de Saúde, inaugurou, nesta segunda –feira (10), o serviço ambulatorial do Projeto Sorriso Especial na Unidade Pré-Hospitalar fixa Almir Dutton, em Campo Grande. O ambulatório vai se tornar um centro de referência para o atendimento odontológico de pacientes com necessidades especiais, integrando as instalações já existentes no Hospital Estadual Rocha Faria. A cerimônia de abertura contou com a presença da primeira-dama do Estado, Maria Lúcia Horta Jardim, do Secretário de Estado de Saúde, Marcos Musafir, e de representantes da Associação de Pais e Amigos do Projeto Sorriso Especial.

O novo ambulatório possui dois consultórios e um escovódromo, além de uma sala de esterilização. O atendimento ao público começa no dia 17, e vai funcionar de segunda a sexta, entre 8h e 17h. A previsão é que o novo espaço beneficie cerca de 600 pacientes por mês. O Projeto Sorriso Especial existe no Hospital Estadual Rocha Faria desde 2000. Com a inauguração, o hospital passará a atender os pacientes do projeto apenas nos casos de cirurgias odontológicas de alta complexidade.

O secretário de Estado de Saúde, Marcos Musafir, ressaltou a importância do serviço, voltado para pessoas com necessidades especiais, como síndromes, paralisia cerebral, problemas cardíacos sensoriais, diabetes, altismo e grávidas. “Esse atendimento é muito importante porque proporciona a manutenção da saúde bucal. Aqui, os 9 mil pacientes assistidos pelo projeto terão a garantia de um atendimento de qualidade. É um trabalho diferenciado, muito humano, feito com dedicação e competência”.

Durante a visita, a primeira-dama do Estado aceitou o convite para ser a madrinha do Projeto Sorriso Especial. Maria Lúcia Horta Jardim destacou o modelo de gestão do projeto, que foi possível através de uma Parceria Público-Privada (PPP). “É possível fazer a diferença na rede pública de saúde. Principalmente através de parcerias com a iniciativa privada. Essa unidade é um exemplo disso. Tenho certeza que este trabalho vai beneficiar a vida de muitos pacientes”, afirmou ela.

A dona de casa Thelma Maria Andrade comemorou a abertura do novo espaço. Ela é mãe de Juliana, 23 anos, que é portadora da síndrome de Dubowitz, doença rara caracterizada por comprometimento neurológico e crescimento com defeito imunológico. Ela conta que uma das maiores dificuldades é encontrar consultórios odontológicos adaptados. “Já tive muitas consultas negadas porque os dentistas alegavam falta de suporte ou capacidade técnica para atender minha filha. Mas aqui teremos tudo isso”, anima-se.

FONTE: Governo do Estado do Rio de Janeiro
http://www.saude.rj.gov.br

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