Obras do Centro de Hemodiálise são concluídas

Termo de cessão do prédio será apreciado pela Câmara

A Prefeitura concluiu as obras do prédio onde funcionará o Centro de Hemodiálise de Teresópolis. Concebido para ser referência no tratamento dialítico, o prédio segue os mais rigorosos padrões da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e terá capacidade para atender até 35 pacientes simultaneamente, podendo funcionar em três turnos distintos.

O prédio de dois andares, situado na Rua Roberto Rosa, na Tijuca, foi totalmente projetado para oferecer segurança e conforto para os pacientes da hemodiálise.  O cuidado com a segurança e a higiene se estende por toda a clínica, desde o piso lavável e antiderrapante até o teto, feito de placas com isolamento térmico e antichamas. A parte elétrica segue os mais rígidos padrões, com toda a fiação passando por calhas galvanizadas e disjuntores ultrassensíveis, que desligam o equipamento ao primeiro sinal de problema na corrente elétrica.

Logo na recepção, o paciente passa pela triagem e aguarda o início de sua sessão em ambiente amplo, refrigerado e que terá aparelhos de televisão para seu maior conforto. Definido o protocolo, ele será encaminhado ao salão de procedimento, com capacidade para atender até 35 pacientes simultaneamente, em cadeiras de última geração, totalmente independentes, com sistema de água, oxigênio e parte elétrica individualizados.

Os pacientes portadores de hepatite receberão o tratamento em sala especial, com uma cadeira de diálise exclusiva, eliminando assim qualquer possibilidade de contaminação.

Todo o expurgo tem descarte próprio, evitando o qualquer tipo de contágio não apenas entre os dialíticos em tratamento, mas também para a segurança dos funcionários.

Como o procedimento de hemodiálise, em alguns casos, pode debilitar o paciente, o novo centro conta com uma sala exclusiva para a recuperação, onde mais duas cadeiras de procedimento garantem que o paciente saia da clínica em perfeitas condições.

Além do espaço destinado ao procedimento de hemodiálise, o novo centro também conta com banheiros adaptados para portadores de necessidades especiais, rampas de acesso, salas de apoio e três consultórios médicos.

Chamamento público

No dia 5 de maio, a Prefeitura encaminhou à Câmara Municipal o termo de cessão do prédio do Centro de Hemodiálise, para apreciação e votação dos vereadores. Após a aprovação em sessão legislativa, será realizado um chamamento público para empresa especializada que ficará responsável por gerir o serviço de hemodiálise.

A criação de uma clínica de ponta no município vai por fim a um sofrimento que se iniciou em novembro de 2011, quando a Vigilância sanitária interditou o serviço no Hospital das Clínicas.

Entenda o caso:

Novembro 2011 – Vigilância Sanitária suspende o serviço de hemodiálise oferecido pelo HCT – Hospital das Clínicas de Teresópolis e a Prefeitura passa a oferecer transporte para os pacientes até o Centro de Terapia Renal de Itaboraí.

Abril de 2012 – Apesar de executar todas as obras e alterações impostas, a Vigilância Sanitária Estadual, decide tirar a concessão do serviço do HCT, repassando a licença para o Hospital São José.

Setembro 2013 – Pacientes denunciam que foram contaminados pelo vírus da Hepatite C durante o procedimento nas dependências do Hospital São José, o que levou a nova interdição pela Vigilância Sanitária. A Prefeitura volta a garantir transporte dos pacientes dialíticos três vezes por semana, em três turnos, até o Centro de Terapia Renal de Itaboraí.

Sensibilizado com a situação dos pacientes dialíticos, o prefeito Arlei inicia uma série de reuniões junto a Secretaria Estadual de Saúde com o objetivo de construir uma unidade pública na cidade de Teresópolis.

Novembro 2013 – Prefeito Arlei consegue a aprovação de verbas para a construção da Clinica de Hemodiálise de Teresópolis.

Fevereiro de 2014 – Prefeitura remaneja a Defesa Civil de prédio localizado na Tijuca e cede o terreno para a construção da Clínica.

Março de 2014 – Obras para a construção do Centro Municipal de Hemodiálise são iniciadas.

Agosto de 2014 – A fim de adequar-se à nova RDC 11, que dispõe sobre os Requisitos de Boas Práticas de Funcionamento para os Serviços de Diálise, publicada após a aprovação do projeto original, a Secretaria de Fiscalização de Obras solicita o aumento do prazo de conclusão para a obra a fim de adequar-se às novas exigências. Tais adequações geram um custo adicional não previsto de 518 mil reais.

Janeiro de 2015 – Prefeito Arlei reúne-se com o novo Secretario Estadual de Saúde e consegue as verbas necessárias ao término da obra.

Maio de 2015 – As obras do novo Centro Municipal de Hemodiálise são concluídas e o novo prédio é entregue para a Secretaria de Saúde.

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Concebido para ser referência no tratamento dialítico, o prédio segue os mais rigorosos padrões da Anvisa

FONTE: Prefeitura Municipal de Teresópolis
http://www.teresopolis.rj.gov.br

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