Primeiro dia de vacinação contra a raiva chega bem perto do total de 2016

Número de vacinas aplicadas chegou a 89% da marca de todo o ano passado

No primeiro dia da campanha “Se liga, bicho! Raiva é caso sério”, realizado no último sábado (2), a Vigilância Sanitária vacinou 64.846 animais, entre cães e gatos. Um número que representa 89% do total vacinado em toda a campanha do ano passado, que foi de 72.525 animais. A campanha vai acontecer em mais quatro sábados, até o dia 18 de novembro.

Os 112 postos fixos de vacinação da primeira etapa deste ano ficaram posicionados nos bairros da Zona Sul, parte da Zona Norte, região central, Ilha do Governador e Paquetá. Do total vacinado, 42.024 foram cães e 22.822, gatos. A campanha ainda terá mais quatro etapas e 558 postos de vacinação. Além desses postos, cinco kombis irão rodar os locais de difícil acesso, nos sábados de campanha, para alcançar a meta de 500 mil animais vacinados, ao final.

A próxima etapa será no dia 23 de setembro, em Manguinhos, Olaria, Bonsucesso, Ramos, Penha, Penha Circular, Brás de Pina, Parada de Lucas, Cordovil, Jardim América, Vigário Geral, Jacarezinho, Inhaúma, Higienópolis, Del Castilho, Engenho da Rainha, Tomás Coelho, Encantado, Méier, Água Santa, Pilares, Abolição, Engenho de Dentro, Cachambi, Lins de Vasconcelos, Piedade, Engenho Novo, Irajá, Vila Kosmos, Vicente de Carvalho, Vila da Penha, Turiaçú, Vista Alegre, Colégio, Rocha Miranda e Vaz Lobo.

Na hora da vacinação, os cães deverão estar com coleira e guia, e os gatos em caixas de transporte apropriadas. Animais com temperamento agressivo devem estar com focinheira. Sintomas como dores no local vacinado, febre e comportamento mais quieto do animal podem ocorrer por até 36h após a aplicação. As vacinas são repassadas pelo Ministério da Saúde, responsável pela aquisição.

A raiva é uma doença que compromete o sistema nervoso do homem, sendo incurável e com índice de letalidade próximo a 100%. É uma zoonose viral e todos os mamíferos estão suscetíveis ao vírus da raiva, podendo transmiti-la. Mas cães, gatos e morcegos são os principais transmissores. A vacina é a única maneira de controlar a doença.

Caso uma pessoa seja mordida por um desses animais, deve lavar o local machucado imediatamente, com água e sabão. Ao mesmo tempo, deve-se procurar a unidade de saúde mais próxima, onde receberá os primeiros cuidados e será encaminhada para uma das unidades especificas que funcionam como polo de profilaxia da raiva. Se possível, isolar o animal por 10 dias, para ver o grau de manifestação da doença, e informar se tem dono e o endereço onde habita.

A raiva está controlada e sem apresentar registro de casos em humanos há mais de 27 anos no Rio, mas ainda oferece risco à população, pois a cidade conta com um número alto de morcegos, cachorros e gatos, principais transmissores do vírus.

FONTE: Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro
http://www.rio.rj.gov.br/web/smsdc

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