Secretaria de Estado de Saúde ensina cuidados básicos para evitar doenças típicas dos meses de inverno

 Cobrir a boca e o nariz ao espirrar e tossir e lavar as mãos frequentemente estão entre as ações simples que garantem a saúde e podem evitar, por exemplo, contrair meningite

b_800_600_0_00_images_stories_ASCOM_hospDaCrianca-consultaOncalogica_hosp_da_crianca_-_consultaJunho e julho – período em que acontece a Copa do Mundo – são sabidamente meses em que costuma ocorrer um aumento na incidência de doenças transmitidas pela respiração, entre elas a meningite, típicas dos períodos de menos calor no Brasil. Por isso, é importante ficar alerta para os principais sintomas da doença, tanto para diagnóstico precoce, que aumenta as chances de cura, quanto para que as autoridades de saúde possam adotar as medidas de controle necessárias para evitar novos casos.

O Plano Operativo da Secretaria de Estado de Saúde para a Copa do Mundo prevê um conjunto de ações relacionadas às meningites, que incluem desde equipes para apoio aos serviços e municípios e estoque estratégico dos antibióticos utilizados para as ações de profilaxia nos casos onde elas foram necessárias.

Para se prevenir, é importante que as pessoas adotem cuidados individuais como cobrir a boca e o nariz ao tossir e espirrar, evitar ambientes fechados e pouco ventilados, com grande aglomeração de pessoas, e lavar as mãos com regularidade. Além disso, ao apresentar sinais e sintomas da doença, é importante procurar o serviço de saúde imediatamente.

Os sinais e sintomas mais comuns da meningite são febre, dor de cabeça geralmente intensa e vômitos, que podem surgir na forma de jatos. A vacina contra a doença está disponível nos postos de saúde, seguindo o calendário de vacinas do Ministério da Saúde. Entre janeiro e março deste ano, foram registrados 39 casos de meningite meningocócica no estado, número 45% inferior aos 72 casos da doença registrados no mesmo período do ano passado.

Outras doenças – Além dos cuidados com a meningite, a gripe é outra doença que preocupa, em função da época do ano em que a Copa acontece, coincidindo com a queda da temperatura. Além disso, existe uma preocupação adicional com as doenças que não circulam no Rio de Janeiro, tais como sarampo, chikungunya e febre amarela. Outra doença que também merece atenção é a malária, muito comum em algumas localidades do Brasil e em alguns países. Para se prevenir, a recomendação é simples: manter o calendário vacinal sempre atualizado, tanto para adultos quanto para crianças. Não há a necessidade de vacinas específicas além daquelas que estão previstas no calendário nacional de vacinação.

Dengue – O risco de transmissão de dengue durante o período da Copa é considerado baixo pela Secretaria de Estado de Saúde. A certeza vem da análise da série histórica de dengue no estado do Rio e na capital, que mostra que o período de transmissão da doença se estende de março a junho, com pico de transmissão em abril. Junho apresenta uma queda significativa no número de casos da doença e essa diminuição se acentua ainda mais no mês de julho.

FONTE: Governo do Estado do Rio de Janeiro
http://www.saude.rj.gov.br

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