Produção de urânio da mina de Caetité/BA será retomada em 2016

thumbnail_1435764964A Indústrias Nucleares do Brasil (INB) vai retomar a produção de urânio da mina de Caetité, na Bahia, em condições de atender à demanda do país, informou o presidente da INB, Aquilino Senra. Em entrevista à Agência Brasil, ele disse que a ideia é que, em 2017, a mina esteja preparada para atender à demanda atual de Angra 1 e 2, avaliada em 400 toneladas de urânio por ano, e a de Angra 3, cuja entrada em operação comercial está prevista para dezembro de 2018. Quando Angra 3 entrar em funcionamento, a demanda subirá para 780 toneladas/ano.

As reservas brasileiras de concentrado de urânio, estimadas em 309 mil toneladas, “são mais do que suficientes para atender às demandas das duas usinas nucleares existentes e da usina em construção (Angra 3), podendo atender também à demanda de até quatro novas usinas. E ainda sobra”, garantiu Senra. De acordo com a Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea), o Brasil detém a sétima maior reserva de concentrado de urânio do mundo.

O que ocorre, de acordo com o presidente da INB, é que o urânio está no solo e tem que ser extraído. “Essa é a prioridade do país, no momento”. Explicou que para abrir uma mina de urânio, são necessários entre seis a oito anos, segundo experiências mundiais. “Nós aqui estamos tentando fazer isso o mais rápido possível”.

Nesse sentido, disse que outro projeto importante é o da mina de Santa Quitéria, no Ceará, parceria com o setor privado, em que o produto principal é o fosfato, utilizado na produção de fertilizantes, e o urânio é um subproduto. A INB desenvolveu uma técnica junto com o setor de engenharia nuclear da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) para separar urânio do fosfato “e, com isso, viabilizar a produção do fosfato de que o Brasil é dependente do mercado internacional”. Quase 50% desse material são importados pelo país para a produção de fertilizante, junto com o potássio, importado em maior quantidade.

A previsão é que a mina de Santa Quitéria entre em operação no fim de 2018 ou início de 2019. A unidade poderá quadruplicar a atual possibilidade de produção de urânio no país. “Vai para 1,6 mil toneladas. E aí nós teremos um excedente”. Senra observou, porém, que essa produção de urânio é dependente da produção do fosfato. Se houver uma variação do fosfato no mercado internacional, a produção de urânio também sofreria alteração. “Por isso, a gente investe fortemente em Caetité, para não ter uma dependência de outro produto que tem flutuação no mercado, como qualquer outra commoditie (produtos agrícolas e minerais comercializados no mercado exterior).

O presidente da INB estimou que para a vida útil de uma usina nuclear que é, em média, da ordem de 60 anos, as reservas de urânio de Caetité e Santa Quitéria são suficientes para abastecer até sete usinas, com excedente de 80 mil toneladas. “Santa Quitéria tem um papel estratégico, pode fazer uma reserva estratégica para o país”.

No momento, para fazer a decapagem (limpeza das bancadas) da mina de Caetité, os investimentos alcançam R$ 28 milhões. Depois que a mina entrar em processo de lavra, em 2017, com capacidade de 340 toneladas, os investimentos serão de R$ 30 milhões por ano. Senra acrescentou que em Santa Quitéria, os investimentos da INB na parte de urânio serão bem inferiores. “A razão é que lá, o urânio é um subproduto”.

Como as novas usinas nucleares que vierem a ser construídas no Brasil têm prazo estimado de dez anos até entrarem em operação, porque incluem desde a escolha do local e da tecnologia,  licenciamento, construção, período pré-operacional até o pleno funcionamento, Senra avaliou que o ideal é que várias dessas unidades sejam iniciadas ao mesmo tempo, porque isso representaria um ganho no longo prazo. “Tem que prever com muita antecedência uma produção, para ter uma reserva estratégica”, disse.

Como exemplo, o presidente da INB voltou a citar a mina de Caetité, que tem 38 anomalias, isto é, áreas onde se pode extrair urânio, e desde 2000, somente uma anomalia foi aberta, que era uma mina a céu aberto. “Ela poderá ser continuada, de maneira subterrânea. Mas o processo de licenciamento de uma mina subterrânea é bastante complexo, porque existe um gás e todo o projeto de ventilação e alimentação elétrica da mina tem de ser muito robusto. Isso torna o processo de licenciamento muito demorado”.

Por isso, a estratégia da INB agora é abrir outras minas a céu aberto, preparando-as para serem exploradas quando houver necessidade. “Enquanto isso, perseguimos o licenciamento da mina subterrânea, que é mais eficiente e tem impacto menor, inclusive, de área de produção”.

FONTE: CONTER
http://www.conter.gov.br

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Participe e ajude o CONTER a elaborar um novo marco regulatório para o setor Industrial

thumbnail_1435764413O Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia (CONTER) precisa da sua ajuda para reformular a resolução que disciplina a atuação dos profissionais das técnicas radiológicas no setor Industrial.

De hoje até o dia 31 de julho de 2015, estará aberta a Consulta Pública CONTER n.º 001/2015, que vai permitir a participação de todos os profissionais, pesquisadores e estudantes no processo de construção da nova legislação.

COMO PARTICIPAR

Conheça o texto-base elaborado pela comissão especial do CONTER, clique aqui

Você pode enviar críticas, fazer observações e dar opiniões nos comentários ou, se preferir, enviar manifestação formal pelo e-mail imprensa@conter.gov.br

Até o dia 10 de agosto de 2015, o CONTER vai emitir um relatório final do processo para conhecimento geral e, posteriormente, levar o conteúdo da consulta pública à plenário, para votação do colegiado máximo do Sistema CONTER/CRTRs.

“No texto original, com a ajuda de especialistas, definimos os requisitos mínimos para o exercício profissional e disciplinamos as áreas de atuação do técnico e do tecnólogo em Radiologia no setor Industrial. Todas as atividades encontram previsão na resolução. Com a ajuda da classe, esperamos deixar o texto perfeito e claro para quem quer se especializar e seguir carreira na área”, afirma a presidente do CONTER, Valdelice Teodoro.

FONTE: CONTER
http://www.conter.gov.br

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Cursos de Atualização a Distância – TeleSSaúde-UERJ

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Arraiá da Cultura em Teresópolis-RJ

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Hospitais universitários do Rio de Janeiro vão receber mais de R$ 10 milhões

Recurso vai beneficiar 49 instituições que cumpriram indicadores de qualidade, e poderá ser utilizado em melhorias como aquisição de equipamentos, compra de materiais e reformas

O Ministério da Saúde disponibilizou mais de R$ 10,15 milhões para a ampliação ou melhoria do atendimento realizado em dez hospitais universitários do Rio de Janeiro, localizados na capital e em Niterói. O recurso faz parte das ações do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (REHUF), desenvolvido e financiado em parceria com o Ministério da Educação. A Portaria nº 879, que autoriza o recurso, foi publicada no Diário Oficial da União (D.O.U).

Os valores passados são definidos de acordo com indicadores e metas de desempenho de cada hospital. Esse montante, pago em parcela única, vai reforçar o orçamento das instituições universitárias que comprovaram o cumprimento das metas de qualidade relacionadas a porte e perfil de atendimento, capacidade de gestão, desenvolvimento de pesquisa e ensino e integração à rede do Sistema Único de Saúde (SUS) local.

Com esse incentivo, os hospitais universitários podem adquirir equipamentos, realizar pequenas reformas, comprar materiais, entre outras ações, conforme a necessidade e planejamento da instituição. De 2010 a 2014, o Ministério da Saúde destinou mais de R$ 2,3 bilhões aos hospitais universitários de todo o país.

Além dos recursos do REHUF para reestruturação e revitalização dos hospitais universitários, o Ministério da Saúde já repassou, somente em 2015, R$ 735,4 milhões de incentivo para estes estabelecimentos. Os hospitais universitários são vinculados às instituições de ensino superior do Ministério da Educação, responsável pelo pagamento e contratação dos profissionais.

MUNICÍPIO

UNIVERSIDADE

HOSPITAL

VALOR

NITERÓI UFF HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTÔNIO PEDRO

1.931.003,02

RIO DE JANEIRO UNIRIO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO GAFFRÉE E GUINLE

1.865.256,59

RIO DE JANEIRO UFRJ HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CLEMENTINO FRAGA FILHO

1.827.946,47

RIO DE JANEIRO UFRJ INSTITUTO DE PUERICULTURA E PEDIATRIA MARTAGÃO GESTEIRA

1.211.515,13

RIO DE JANEIRO UFRJ MATERNIDADE ESCOLA DA UFRJ

1.086.359,09

RIO DE JANEIRO UFRJ INSTITUTO DE PSIQUIATRIA

768.323,62

RIO DE JANEIRO UFRJ INSTITUTO DE DOENÇAS DO TÓRAX

575.700,80

RIO DE JANEIRO UFRJ INSTITUTO DE GINECOLOGIA DA UFRJ

336.291,45

RIO DE JANEIRO UFRJ HOSPITAL ESCOLA SÃO FRANCISCO DE ASSIS

314.535,44

RIO DE JANEIRO UFRJ INSTITUTO DE NEUROLOGIA DEOLINDO COUTO

233.982,76

Total:

          R$ 10.150.914,37

FONTE: Ministério da Saúde
http://www.saude.gov.br

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Campanha “Junho Vermelho” estimula aumento de doações de sangue no RJ

Número de doações superou em 27% as doações realizadas no mesmo período em 2014

unnamed (8)O número de doações de sangue no Hemorio registrou aumento neste último mês: com o incentivo da campanha “Junho Vermelho”, mobilização nacional que levou iluminação especial a grandes monumentos no país para estimular a sociedade a doar sangue, o hemocentro do estado do Rio de Janeiro apresentou aumento de 24% nas doações em relação ao mês de maio deste ano e 27% em comparação ao mês de junho de 2014.

No Rio, o Cristo Redentor foi iluminado com a cor vermelha durante 1h no último dia 14/6, gerando grande repercussão, principalmente nas redes sociais. Responsável pelo abastecimento de 200 hospitais em todo o estado, o Hemorio registrou 8.154 comparecimentos de potenciais doadores à unidade, ao longo do mês de junho.

– A realização de ações que estimulem o hábito da doação de sangue na sociedade é importante, principalmente nos períodos em que costumamos registrar queda no número de doadores que procuram os hemocentros. Com as férias escolares e a chegada do inverno, sempre há a preocupação com os estoques de sangue – destaca Felipe Peixoto, secretário de Estado de Saúde.

Para a chefe do serviço de atendimento ao doador do Hemorio, Naura Faria, o impulsionamento de doações, gerado por campanhas de incentivo, é fundamental para que o quadro de baixa nos estoques seja revertido.

– Nesta época do ano, as doações costumam cair pela metade. Apesar de termos ampliado as doações em junho, ainda precisamos suprir os estoques, principalmente do tipo O, muito utilizado em situações emergenciais – explica ela.

 A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que de 3% a 5% da população seja doadora de sangue, mas no Brasil, o índice é de 1,9%, considerado muito baixo.

Quem pode doar – Para ser um candidato à doação de sangue, é necessário trazer um documento oficial de identidade com foto (original), estar bem de saúde, ter entre 16 e 69 anos e pesar mais de 50 quilos.  Jovens com 16 e 17 anos podem doar sangue com declaração expressa dos pais e / ou responsáveis, cujo modelo pode ser encontrado no site do Hemorio – www.hemorio.rj.gov.br. Não é preciso estar de jejum, mas é importante evitar alimentos muito gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação. Os doadores serão cadastrados e vão responder um questionário que avalia se há alguma situação ou doença que impeça a doação de sangue e, em seguida, são encaminhados para a triagem clínica. Mais informações podem ser obtidas com o Disque Sangue (0800 282 0708), onde são esclarecidas dúvidas e informados os endereços das outras unidades de coleta distribuídos pelo Rio de Janeiro.  O Hemorio fica na Rua Frei Caneca, 08 – Centro e funciona todos os dias (inclusive sábados, domingos e feriados) das 7 às 18 horas.

FONTE: Governo do Estado do Rio de Janeiro
http://www.saude.rj.gov.br

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Brasil terá primeira fábrica de equipamentos para radioterapia da América Latina

Fábrica é resultado de acordo de compensação tecnológica promovido pelo Ministério da Saúde para maior independência do mercado externo e expansão do tratamento de câncer no país

Um acordo assinado nesta quinta-feira (2) entre Ministério da Saúde e a empresa Varian Medical Systems garantirá ao Brasil a primeira fábrica para soluções de radioterapia da América Latina. A indústria, que será construída em Jundiaí (SP), será a terceira unidade da empresa no mundo a produzir aceleradores lineares, utilizados para a realização de radioterapia no tratamento do câncer. O acordo, que será assinado na 9ª edição da reunião do Grupo Executivo do Complexo Industrial da Saúde (GECIS), faz parte da compensação tecnológica prevista no Plano de Expansão da Radioterapia no SUS, lançado em 2012. A previsão é que a unidade inicie suas atividades em dezembro de 2018.

Confira a apresentação

A compensação será realizada por meio da prática do “Offset”, que alia a aquisição do produto à geração de benefícios industriais, tecnológicos ou comerciais. A iniciativa pioneira na área civil e liderada pelo Ministério da Saúde foi adotada por ser capaz de criar alternativas comerciais que possibilitem maior inserção internacional e também como forma de buscar o fortalecimento tecnológico e o desenvolvimento industrial. Além da fábrica para produção de aceleradores lineares, estão previstas outras ações de desenvolvimento e qualificação de fornecedores locais, desenvolvimento de softwares e a criação de um centro de treinamento e capacitação no Brasil.

“A expansão da radioterapia é um processo fundamental e estruturante, tanto para as pessoas que tem câncer, quanto para o complexo industrial da saúde. Trata-se de um conjunto de iniciativas que vão transformar o Brasil em uma plataforma de negócios para toda a América Latina. Se antes o tempo entre a decisão de se comprar equipamentos e o início de seu funcionamento, demorava cerca de dez anos, agora a expansão levará cinco anos”, garantiu o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

Atualmente, tanto os aparelhos, aceleradores lineares, como suas peças e softwares utilizados na programação das sessões de radioterapia e organização da assistência são importados, de forma que seus custos e preços sofrem constantemente com flutuações cambiais e tornam o Brasil totalmente dependente do mercado externo. O acordo dará ao Brasil maior autonomia nesta área estratégica para a saúde em relação ao mercado internacional.

“Este é um projeto absolutamente inovador. Na área civil, é a primeira vez que o modelo offset é usado e o que queremos é que esta seja a porta de entrada para projetos deste tipo no governo brasileiro”, disse o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE), Jarbas Barbosa.

O processo de produção nacional pela empresa Varian e qualificação de fornecedores brasileiros deverá ocorrer em um prazo de cinco anos a contar da assinatura do contrato comercial de aquisição das soluções de radioterapia, assinado em dezembro de 2013. No acordo está previsto que a Varian capacite fornecedores para a linha de produção e profissionais brasileiros para garantir que o produto final tenha ao menos 40% de partes, peças, acessórios e software produzidos no Brasil.

A fábrica ocupará uma área 17.500 m² e garantirá a criação de empregos. A escolha por uma cidade do interior de São Paulo, Jundiaí, deve-se a infraestrutura local, com acesso a aeroportos internacionais e de carga, rodovias e porto, bem como a proximidade de centros de ensino e de centros de tratamento de câncer.

“Com a fábrica e o centro de educação instalados no Brasil vamos capacitar todos os profissionais da América Latina. Serão mais de 50 treinamentos por ano e mais de 1000 profissionais capacitados”, informou o presidente da Varian no Brasil, Humberto Izidoro.

ENVOLVIMENTO DE UNIVERSIDADES – O processo de transferência de tecnologia para a produção dos aceleradores lineares e os softwares utilizados nas sessões de radioterapia envolverá até cinco Instituições Científicas e Tecnológicas (ICT) do Brasil. O Ministério da Saúde e a empresa Varian lançarão uma chamada pública para a seleção dessas instituições para participarem do centro de treinamento e capacitação que será criado dentro do acordo. A ideia é transferir conhecimento aos engenheiros, físicos e técnicos brasileiros para manutenção dos equipamentos, desenvolvimento, manuseio de softwares específicos que auxiliam na programação das sessões de radioterapia, entre outros processos.

Nesta quinta-feira (2), será anunciado também acordo de cooperação técnica para o acompanhamento da compensação tecnológica em parceria com os ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Desenvolvimento Indústria e Comércio (MDIC), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP).

EXPANSÃO DA RADIOTERAPIA – Este acordo de compensação tecnológica é um dos desdobramentos do Plano de Expansão da Radioterapia no Sistema Único de Saúde (SUS) em que o Ministério da Saúde realizou a maior compra pública mundial de aceleradores lineares. Foram adquiridos um total de 80 equipamentos para ampliação da rede pública de atendimento radioterápico. A iniciativa conta com um investimento previsto de cerca de R$ 500 milhões para a compra dos aceleradores, as obras de ampliação e a criação de serviços em estados e regiões que não disponibilizam desses equipamentos. O valor da compra dos equipamentos, elaboração de projetos e acompanhamento de obras, licitados em R$ 119,9 milhões, foram 60% menor que o inicialmente estimado, gerando uma economia de R$ 176 milhões aos cofres públicos até o momento.

Os aparelhos serão destinados à ampliação de serviços existentes e criação de novas unidades de atendimento privilegiando as demandas regionais de assistência oncológica, com o objetivo de reduzir os vazios assistenciais. Assim, 65 municípios, em 22 estados e no Distrito Federal, serão beneficiados com a política de expansão do Ministério da Saúde. Além da compra dos aceleradores, serão licitadas as obras para  a construção dos “Bunkers”, locais específicos destinados a abrigar os aceleradores para garantir a segurança dos pacientes e profissionais.

GECIS – Criado em 2008, o Grupo Executivo do Complexo Industrial da Saúde (GECIS) tem como objetivo promover medidas e ações concretas visando à criação e implementação do marco regulatório brasileiro, referente à estratégia de desenvolvimento do Governo Federal para a área da saúde, segundo as diretrizes das políticas nacionais de fortalecimento do complexo produtivo e de inovação em saúde, bem como propor outras medidas complementares.

Trata-se de um Grupo de articulação intragovernamental coordenado pelo Ministério da Saúde e conta com a participação de representantes do MCTI, MPOG, MF, MRE, Casa Civil, MDIC, ANVISA, FIOCRUZ, BNDES, INPI, ABDI, INMETRO e FINEP. Também tem assento no grupo  representantes da indústria, dos gestores e dos prestadores de serviços em saúde.

FONTE: Ministério da Saúde
http://www.saude.gov.br

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