Comissão de Trabalho discute piso regional de 2018

A Comissão de Trabalho da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) discutiu nesta segunda-feira (14/08) o piso salarial de 2018. De acordo com o deputado que preside a comissão, Paulo Ramos (Psol), o ideal é que os debates continuem e que a mensagem do Governo do Estado fixando o piso regional seja encaminhado até o fim de novembro à Casa. “Se a mensagem for enviada ao Legislativo até o fim de novembro, teremos dezembro todo para apreciá-la, para que a lei esteja sancionada e publicada antes do início de 2018”, disse Paulo Ramos.

“Recebemos a mensagem do governo alterando a composição do Conselho Estadual e Trabalho, Emprego e Geração de Renda do Rio de Janeiro”, completou. “Então, aproveitamos esta audiência pública também para inserir este tema, pedindo às centrais sindicais e integrantes do Ceterj e de outras categorias profissionais que nos encaminhem sugestões para que possamos analisar a mensagem do governo.”

O Sindicato dos Radiologistas do Estado do Rio de Janeiro (Starerj) colocou em pauta a mudança do piso salarial dos radiologistas do nível 4 para o nível 5. “Reiterei solicitação que havia sido apresentada em um encontro anterior. A categoria está incluída no nível 4, mas ela está subdividida em várias especializações”, explicou o secretário de Mobilização da Starerj, Arildo Rebello da Silva. “Isso requer do profissional cursos extensivos, por isso, pedi uma promoção, tendo em vista que no nível cinco há profissionais de nível técnico, inclusive superior.”

O presidente do Ceterj, Luiz Edmund, disse que as reivindicações de mudança de categoria são naturais e fazem parte do exercício político. “O Ceterj existe para proteger o trabalhador que não tem sindicato forte e foi feito para favorecer categorias menos qualificadas e menos observadas, do ponto de vista sindical”, afirmou.

FONTE: ALERJ
http://www.alerj.rj.gov.br

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Atos Unificado em Defesa do SUS – Mexeu Com Um, Mexeu Com Todos!

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Ministério da Saúde amplia em 10% recurso para medicamentos básicos

Valor passará de R$ 5,10 para R$ 5,58 por habitante e ampliará os medicamentos ofertados à população. Isso foi possível devido à realocação de recursos destinados à manutenção da rede própria.

O Ministério da Saúde publicou, nesta terça-feira (15/08), portaria que altera o valor do repasse para a compra de medicamentos que fazem parte do Componente Básico da Assistência Farmacêutica (CBAF). Com a mudança, Estados, Distrito Federal e Municípios terão um incremento de 10% no valor total, passando de R$ 5,10 para R$ 5,58 por habitante/ano, conforme população estimada em 2016, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O aumento no montante ampliará o quantitativo de medicamentos disponibilizados à população.

A medida só foi possível após a realocação dos R$ 100 milhões que eram destinados à manutenção da Rede Própria do Farmácia Popular. Grande parte do recurso era pra custear serviços administrativos, que chegavam a 80% do montante. A ampliação do repasse foi aprovada pela Comissão Intergestores Tripartite (CIT), que reúne representantes dos estados, municípios e do governo federal.

Acesse a PORTARIA Nº 2.001, DE 3 DE AGOSTO DE 2017

Com esse recurso, eram mantidas 367 unidades próprias, que representam, apenas, 1% do total de unidades privadas credenciadas no “Aqui Tem Farmácia Popular”. Agora, além das 4.481 cidades participantes, o recurso também estará disponível para outros mil municípios, que estão fora do programa. Estes municípios passarão a ter maior acesso a medicamentos e insumos farmacêuticos que serão distribuídos nas mais de 41 mil unidades de saúde espalhados por todo o país.

“A medida não ocasionará nenhum prejuízo ao usuário. Pelo contrário, estamos ampliando o acesso e a oferta de medicamentos. Ou seja, não estamos terminando com o Farmácia Popular e sim fortalecendo a rede credenciada”, explicou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

O ministro lembrou que os medicamentos exclusivos na farmácia de rede própria representam menos de 7% da procura dos usuários. Ou seja, cerca de 93% dos usuários buscam medicamentos para hipertensão, diabetes e asma, disponíveis na rede credenciada do Farmácia Popular. “Os demais estão disponíveis, tanto nas unidades básicas quanto nas farmácias próprias das prefeituras”, ressaltou o ministro.

O Componente Básico da Assistência Farmacêutica destina-se à aquisição de medicamentos e insumos no âmbito da Atenção Básica à Saúde. A responsabilidade pela aquisição dos medicamentos deste componente é tripartite, ou seja, a União disponibiliza R$ 5,58 por habitante/ano, os estados, R$ 2,36 e os municípios, R$ 2,36. Os estados, o Distrito Federal e os municípios são os responsáveis pela seleção, aquisição, armazenamento, controle de estoque e prazos de validade, além da distribuição e dispensação destes medicamentos.

FUNCIONAMENTO NORMAL – O programa Aqui tem Farmácia Popular, parceria do Ministério da Saúde com farmácias privadas, continua funcionando normalmente. Desde a sua criação, o programa já atendeu mais de 43 milhões de brasileiros, o equivalente a cerca de 20% da população do país. A iniciativa já está presente em 80% do país, ou seja, em 4.463 municípios, contando com 34.910 farmácias cadastradas – cerca de 50% das existentes. Ao todo, são disponibilizados 42 produtos, sendo que 26 deles gratuitamente e o restante com descontos que chegam a 90%.

Em média, por mês, o Programa beneficia em torno de 9,8 milhões de pessoas, principalmente àquelas com 60 anos ou mais, que representam cinco milhões do total. A maior parte dos pacientes atendidos (9 milhões) acessa medicamentos de forma gratuita, sendo que os mais dispensados são para tratamento de hipertensão (7,2 milhões), diabetes (3 milhões).

FONTE: Ministério da Saúde
http://www.saude.gov.br

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Unidades da SES criam projetos para estimular a leitura entre pacientes e acompanhantes

Hábito ajuda a ativar a memória e melhora a parte cognitiva

A leitura permite viajar pelo mundo sem sair do lugar. Imaginar territórios desconhecidos, conhecer outras culturas, percorrer pelo tempo e espaço. E quando o leitor está em um leito de hospital, o hábito pode ser ainda mais enriquecedor. Duas unidades da Secretaria de Estado de Saúde criaram projetos a fim de estimular seus pacientes a ler e, com isso, ajudá-los a exercitar a mente e deixar a imaginação fluir.

Um deles acontece toda última quinta-feira do mês no Hemorio.  O projeto Circuito Literário distribui livros, que circulam em um carrinho pelos corredores do ambulatório da unidade, a pacientes e acompanhantes.

Idealizado pela fonoaudióloga Márcia Baima, o projeto também conta com a ajuda de outros profissionais da instituição, que colaboram na sensibilização dos pacientes e na arrecadação e distribuição dos livros.

– O projeto surgiu há cerca de um ano a partir de um tratamento que realizamos especialmente com pacientes com dificuldades cognitivas. Montamos uma biblioteca para que eles pudessem exercitar a leitura como forma de trabalhar a parte cognitiva. Daí, decidimos expandir, abraçando os demais pacientes e acompanhantes. A leitura é muito importante para exercitar a mente. Quando lemos, criamos histórias na nossa cabeça e utilizamos muito a memória. Esse exercício é muito importante para portadores da doença falciforme que têm dificuldades de aprendizado – explica Marcia.

Na última edição do projeto, a paciente Andressa Navarro, de 14 anos, estava com as mãos cheias de livros. Sua mãe, Michele Faria, prometeu incentivar todos em casa a começar a ler mais.

– Estou levando um monte de livros pra casa e vou colocar meu marido para ler também. É um hábito muito bom – afirma Michele.

O projeto também é aberto para os funcionários da unidade. Melicia Saad, do setor de limpeza do hospital, conta que a leitura é uma paixão e que pretende cursar faculdade de Letras.

– Desenvolvi o hábito da leitura quando estava desempregada. Fiquei na casa da minha irmã, comecei a ler todos os livros dela e não parei mais. Este ano vou fazer a prova do ENEM e pretendo começar o curso de Letras. Estou muito animada com isso. Adoro o Circuito Literário, sempre pego vários livros e leio tudo – conta.

O Hospital Estadual Getúlio Vargas acaba de lançar o projeto “Mais Leitura, Mais Saúde”. Assim como acontece no Hemorio, pacientes e acompanhantes podem escolher um livro durante a internação, tornando esse período mais confortável e acolhedor.

Os livros são divididos por gêneros, como, por exemplo, romance, infantil, religioso e crônicas. Neste primeiro momento, o programa vai beneficiar pacientes do setor de Ortopedia, mas a ideia é expandi-lo para as demais enfermarias.

O vigilante Marco Aurélio da Silva Farias, de 48 anos, morador de São João de Meriti, foi um dos primeiros pacientes a conhecer a biblioteca itinerante do HEGV. Ele ficou muito surpreso quando foi abordado pela equipe do projeto.

– Isso é muito importante pra todo mundo que fica internado. Ocupar a mente, ler um livro, poder se distrair. O tempo passa mais rápido e o nosso dia fica mais agradável – disse ele.

O projeto “Mais Leitura, Mais Saúde” conta com a parceria da Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro.

FONTE: Governo do Estado do Rio de Janeiro
http://www.saude.rj.gov.br

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Conheça a história de Cosme, pai e mãe de uma criança com microcefalia

 No Dia dos Pais, um super ‘pãe, que não mede esforços para que a filha se sinta amada

Quem olha o aposentado Cosme Dias Moreira, de 60 anos, com um sorriso no rosto e uma simpatia contagiante, nem imagina a luta diária que ele enfrenta para ser pai e mãe da Ana Beatriz, de 11 anos. A menina nasceu com microcefalia associada a outras doenças, que a impedem de andar e falar. A mãe morreu em consequência de um infarto quando ela tinha três anos e, desde então, Cosme não mede esforços para oferecer mais qualidade de vida à menina. Ao contrário do que parece, essa não é uma história triste, mas de cumplicidade, dedicação e amor sem limites entre pai e filha.

– Desde que a Ana era bebê eu trocava fralda, dava comida, acordava cedinho para deixar tudo pronto pra ela. Como eu precisava trabalhar, tinha que pagar uma pessoa para cuidar dela. Mas eu fazia questão de entregar ela para a moça limpa, arrumada e já com a barriga cheia – explica Cosme.

Esse ano, Cosme conseguiu se aposentar. Ele trabalhou por quase 20 anos no Zoológico do Rio, mas contava os dias para ficar em casa e se dedicar integralmente à menina. Hoje os dois moram sozinhos na casa da família em São Cristóvão. Ele tem outro filho do primeiro casamento, de 35 anos, que não mora com ele, e netos, com quem tem pouco contato.

– Tem gente que se aposenta e continua trabalhando, mas eu queria muito poder ficar em casa para cuidar melhor da Ana Beatriz. Esse ano, desde que eu meu aposentei, ela já engordou 6 quilos. Ela sempre esteve abaixo do peso, então isso é uma grande vitória. A nutricionista disse que é porque ela está mais feliz perto do pai. Só que quem está feliz sou eu – explica ele, orgulhoso.

Hoje a Ana está saudável e se mostra uma menina feliz, apesar de todas as limitações. Mas, segundo Cosme, o caminho foi longo para chegar até esse momento. Ele cuida sozinho da menina, sem o apoio da família, mas essa ausência é preenchida pela cumplicidade de pai e filha que se entendem pelo olhar. A menina não fala, mas desenvolveu uma forma de se comunicar com ele, através de gestos e sorrisos, o que fortalece ainda mais o vínculo entre a pequena família.

 – Eu já percebo o que ela quer só de olhar. A gente se entende muito, afinal somos só nos dois. Depois que a mãe dela morreu, ninguém mais veio aqui. A casa antes ficava cheia. Sei que é porque ninguém quer ter trabalho e se ela fosse uma criança normal acho que não seria assim. Mas a gente se dá super bem. Estou fazendo uma obra no quintal e enquanto estou lá fora eu coloco a cadeira de rodas dela lá comigo, ela fica fiscalizando a obra. É engraçado como ela até briga comigo – conta ele.

A menina é paciente do Hospital Estadual da Criança, em Vila Valqueire e já passou por uma cirurgia no quadril e agora espera para realizar um novo procedimento na coluna. O pai a acompanha em todas as consultas e já é conhecido pela equipe do hospital pela sua dedicação. Cosme não mede esforços e se empenha para que Ana seja permanentemente acompanhada por uma equipe multidisciplinar.

– Hoje eu levo a Ana no Pedro Ernesto também. Depois de aposentado, me dedico exclusivamente a ela, então levo ao nutricionista, neurologista, vou esgotando possibilidades para que ela esteja bem assistida. O que tiver de tratamento eu levo, estou em casa pra cuidar dela – afirma Cosme.

Sobre o futuro, ele prefere não pensar. Para ele, o importante é que os dois estão juntos e felizes.

FONTE: Governo do Estado do Rio de Janeiro
http://www.saude.rj.gov.br

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CSB participa de debate sobre a reforma da Previdência com senador Paulo Paim

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Encontro foi realizado em Porto Alegre (RS) na tarde da última quinta-feira (10)

A 1ª secretária da Mulher da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Eliane Gerber, participou na tarde desta quinta-feira (10), na sede da Associação dos Servidores do Hospital das Clínicas, em Porto Alegre (RS), de um debate sobre a reforma da Previdência, que contou com a participação do senador Paulo Paim (PT-RS).

Durante o evento, que teve a participação de trabalhadores, sindicalistas e sociedade civil, o parlamentar explicou pontos da reforma da Previdência e algumas ações que ele tem feito para barrá-lá.

“O Senador falou do lançamento da Frente Parlamentar mista em defesa da Previdência Social, que é uma iniciativa dele e que congregou entidades de todas as esferas para defender a manutenção dos direitos sociais. Foi explicado o mito do déficit da Previdência e para onde cada recolhimento vai. Ele falou também sobre a idade mínima, diferenças de regras de homem para mulher, aposentadoria especial e Previdência rural, além de mostrar dados sobre os prejuízos causados pelas políticas de renúncias fiscais e desoneração das desvinculações das receitas, conhecida como DRU”, disse Eliane.

Segundo a diretora da CSB, que também é presidente do Sindicato dos Assistentes Sociais do Estado do Rio Grande do Sul (SASERS), Paim ainda apresentou uma cartilha da Frente Ampla Brasil e convidou todos a fazer parte dessa iniciativa.

“O senador também apresentou dois projetos que farão com que essa reforma vá sendo empurrada para frente, de tal forma que o cenário do ano que vem consiga desestimular essa turma que apoia o governo de Temer. Como é uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), eles vão precisar de muitos votos”, completou a dirigente, que ainda comentou a importância da realização do evento.

“Essas palestras são importantes para o esclarecimento da população. O governo Temer engana o povo com números inexistentes sobre a Seguridade Social e, por isso, é tão importante abrir a caixa preta, os números que sustentam a Seguridade Social (saúde, assistência social e Previdência), desmistificando o tema e conscientizando a população sobre a perversidade que esse governo quer fazer com os jovens, os idosos, os trabalhadores do campo e da cidade, enfim, com a população brasileira”, completou.

Paulo Paim ainda sugeriu ao movimento sindical presente que as entidades fizessem amplos encontros regionais, convidando a sociedade para informar e discutir a reforma.

FONTE: Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB)
http://www.csb.org.br

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Abraço ao Hospital Geral de Bonsucesso (HGB) – Em Defesa dos Hospitais e Institutos Federais *Nenhum leito a menos! *Nenhum serviço de saúde a menos!

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