15º MCR – Minicurso de Radiologia

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Sessenta municípios receberão médicos do programa em setembro

Profissionais brasileiros selecionados na segunda chamada do edital de reposição levarão assistência a mais de 200 mil pessoas em todas as regiões do país

A partir do dia 1º de setembro, 60 médicos brasileiros iniciarão as atividades em 60 municípios do país por meio do Programa Mais Médicos. As vagas foram preenchidas na segunda chamada do edital de reposição, publicado em julho deste ano. A atuação desses participantes levará assistência a mais 200 mil pessoas de todas as regiões. Com isso, 100% da demanda desta etapa foi atendida com profissionais brasileiros.

Confira os municípios selecionados na segunda chamada

“A participação recorde de profissionais brasileiros que estamos obtendo com as chamadas neste ano demostra a consolidação do Programa. Agora, serão mais 60 municípios que receberão médicos para seguir desenvolvendo as atividades com atendimento na atenção básica, realizando consultas, ações de promoção da saúde até atendimentos de pequenas urgências”, destaca o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Hêider Pinto.

Os médicos selecionados nesta etapa têm até o próximo dia 31 para apresentar suas documentações aos gestores municipais. O Nordeste foi a região mais beneficiada, com 24 médicos. O Sudeste receberá 20 profissionais, seguido do Centro-Oeste (7), Sul (7) e o Norte com 2 participantes alocados.

Ao todo, 276 vagas foram solicitadas por 200 municípios no edital de reposição. Na primeira chamada, 266 profissionais foram alocados em 193 cidades. No entanto, além das dez oportunidades não preenchidas no primeiro chamamento, outros 50 médicos não confirmaram a participação e tiveram as vagas reabertas na segunda chamada.

REGRAS DO EDITAL – No momento do cadastro, os candidatos escolheram entre a pontuação adicional de 10% nas provas de residência com atuação por, no mínimo 12 meses na Unidade Básica de Saúde (UBS), ou a permanência no município por até três anos e o direito a benefícios como auxílios moradia e alimentação pagos pelas prefeituras.

Para a classificação, foram estabelecidas as mesmas regras adotadas no edital anterior: ter título de Especialista em Medicina de Família e Comunidade; experiência comprovada na Estratégia Saúde da Família; ter participado do Programa de Educação pelo Trabalho – PET (Vigilância, Saúde, Saúde da Família e Saúde Indígena); do VER-SUS; do ProUni ou do FIES. Como critérios de desempate são considerados a maior proximidade entre o município desejado e o de nascimento e ter a maior idade.

No primeiro chamamento de 2015, realizado em janeiro, os médicos formados no Brasil ou com diploma revalidado e os brasileiros graduados no exterior preencheram todas as 4.139 vagas ofertadas em 1.289 municípios e 12 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI). Com essa expansão, o programa conta com 18.240 médicos em 4.058 municípios e 34 distritos indígenas, beneficiando cerca de 63 milhões de pessoas.

SOBRE O PROGRAMA – Criado em 2013, o Programa Mais Médicos ampliou à assistência na Atenção Básica fixando médicos nas regiões com carência de profissionais. Além do provimento emergencial de médicos, a iniciativa prevê ações voltadas à infraestrutura e expansão da formação médica no país.
No eixo de infraestrutura, o governo federal está investindo na expansão da rede de saúde. São mais de R$ 5 bilhões para o financiamento de construções, ampliações e reformas de 26 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS).
Já as medidas relativas à expansão e reestruturação da formação médica no país, que compõem o terceiro eixo do programa, preveem a criação, até 2017, de 11,5 mil novas vagas de graduação em medicina e 12,4 mil vagas de residência médica para formação de especialistas com o foco na valorização da Atenção Básica e outras áreas prioritárias para o SUS.

FONTE: Ministério da Saúde
http://www.saude.gov.br

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No Dia Nacional sem Tabaco, PAM Cavalcanti promove ações de conscientização para a população

Unidade, gerenciada pela Secretaria de Estado de Saúde, disponibilizará exames específicos e orientará quem quiser parar de fumar

b_800_600_0_00_images_stories_ASCOM_PAMCavalcanti-Servicos_PAM_de_cavalcanti_-_camapanha_de_anti_tabagista_-_tabaco_67Para conscientizar a população sobre os malefícios do fumo, principal causa de morte evitável em todo o mundo, o PAM Cavalcanti comemora, na próxima sexta-feira (28/08), o Dia Nacional sem Tabaco, promovendo ações de conscientização para a população. Quem for à unidade poderá fazer o teste do monoxímetro, que mede o grau de gás carbônico no organismo, e o teste de Fagerstrom, que avalia o grau de dependência química à nicotina. Além disso, quem quiser parar de fumar, pode fazer sua inscrição no Programa de Controle do Tabagismo, oferecido na unidade gerenciada pela Secretaria de Estado de Saúde.

A supervisora do Programa de Saúde Coletiva do PAM Cavalcanti, Inês das Neves Ribeiro Gomes, destaca a importância de datas como o Dia Nacional sem Tabaco para para divulgar programas que funcionam o ano inteiro na unidade, com o objetivo de ajudar as pessoas a pararem de fumar.

– Esta é uma oportunidade para os fumantes se inscreverem no nosso programa e parar de fumar. Conhecer o que fazemos e a ajuda que damos, inclusive, psicológica, é fundamental para melhorar a qualidade de vida e a saúde de milhares de pessoas que já atendemos e a outras que iremos atender a partir desse evento – diz Inês.

Graças a uma série de ações e programas desenvolvidos contra o tabagismo, o Ministério da Saúde anunciou, este ano, que o número de fumantes no país caiu 30,7% nos últimos nove anos. No dia 28, as atividades no PAM Cavalcanti vão acontecer das 9h às 15h.

Programa de Controle do Tabagismo – O PAM de Cavalcanti já realizou 10.870 atendimentos desde o início do programa, em 2010, apresentando taxa de cessação do uso do tabaco de 80% em 2014. Novas vagas para o tratamento são abertas todos os meses para os interessados em parar de fumar. O atendimento acontece de segunda a sexta-feira, de 7h às 18h.  Mais informações: 2332-4290.

Números – O tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa de morte evitável em todo o mundo. No Brasil, esse hábito provoca aproximadamente 200 mil mortes por ano, segundo a OMS. O órgão estima ainda que um terço da população mundial adulta, ou seja, 1,2 bilhões de pessoas – entre as quais 200 milhões são mulheres -, sejam fumantes. Acredita-se que o tabagismo passivo seja a terceira maior causa de morte evitável no mundo, atrás apenas do tabagismo ativo e do consumo excessivo de álcool.

A presença de cerca de 4.720 substâncias presentes na fumaça dos derivados do tabaco faz com que o tabagismo seja responsável por 50 doenças. Além disso, de acordo com o Ministério da Saúde, o tabagismo é responsável por:

– 200 mil mortes por ano no país;

– 25% das mortes oriundas de angina e infarto do miocárdio;

– 45% das mortes por infarto agudo do miocárdio na faixa etária abaixo de 65 anos;

– 85% das mortes causadas por bronquite crônica e enfisema pulmonar (doença pulmonar obstrutiva crônica);

– 90% dos casos de câncer no pulmão (entre os 10% restantes, 1/3 é de fumantes passivos);

– 25% das doenças vasculares (entre elas, derrame cerebral);

– 30% das mortes decorrentes de outros tipos de câncer.

FONTE: Governo do Estado do Rio de Janeiro
http://www.saude.rj.gov.br

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Voluntários desenvolvem atividades humanizadas nas unidades da rede estadual de saúde

unnamedAmor com amor se paga. Enquanto se recuperam e recebem cuidados nas unidades de saúde estaduais, os pacientes contam com mais um elemento importante para o seu bem-estar: o amor dos voluntários. De portas abertas para receber estas pessoas que se dedicam gratuitamente ao próximo, várias unidades da Secretaria de Estado de Saúde do Rio compartilham os benefícios do voluntariado para seus pacientes, em complemento ao tratamento clínico oferecido.

– Contar com a contribuição destas pessoas de bom coração engrandece a qualidade do serviço de saúde oferecido nas unidades estaduais. Quando se associa a assistência ao amor, o resultado só pode ser positivo. Observamos a alegria dos pacientes ao receberem visitas e/ou participarem de atividades desenvolvidas por voluntários. É o tratamento do amor – ressalta o secretário de Estado de Saúde, Felipe Peixoto.

Atuando como voluntários desde 2012 em unidades da rede estadual, a Trupe da Alegria estampa o sorriso no rosto dos pacientes e faz com que o período de tratamento e internação ganhe um diferencial, já que acreditam que “rir também é um bom remédio”. O grupo, formado por sete mulheres, se apresenta mensalmente nos hospitais João Batista Cáffaro e Anchieta, além do Instituto Estadual do Cérebro.

– Levamos ao ambiente hospitalar um pouco de descontração, respeitando a seriedade do tratamento. Percebemos que a alegria e a autoestima são fundamentais para a recuperação dos pacientes e, com isso, procuramos contribuir na aproximação entre eles e a equipe de assistência, minimizando aquele clima de tensão típico de hospitais. A sensação é que recebemos muito mais alegria do que levamos – declara uma das fundadoras do grupo, Ana Cláudia Sant’Anna.

Como forma de reconhecimento da atuação destes voluntários, a Secretaria de Estado de Saúde concede, através da assessoria de humanização, uma certificação de agradecimento em homenagem ao Dia Nacional do Voluntário, comemorado nesta sexta-feira, dia 28.08.

– Sabemos que o que os voluntários esperam como retribuição é a satisfação do paciente, no entanto, buscamos uma forma simbólica de agradecer pelas atividades desempenhadas. Assim, aqueles que têm uma atuação frequente serão formalmente reconhecidos com o Diploma do Voluntário – explica a coordenadora de humanização, Gisele Macedo.

No caso do PAM Cavalcanti, o voluntariado é praticado diretamente pelos próprios funcionários da unidade. Há mais de um ano, os profissionais “adotaram” uma creche próxima e disponibilizam serviços de saúde, periodicamente. Ainda por iniciativa dos colaboradores, há a arrecadação de itens alimentícios para doação mensal à creche.

– É uma experiência gratificante e tem sido engrandecedor para a equipe. Identificamos que poderíamos contribuir além da unidade e idealizamos a proposta de voluntariado que tem dado certo – comenta a diretora da unidade, Cíntia Guerra Valente de Luna.

Oferecendo o seu melhor – Não importa a habilidade do voluntário, pode ser artística, terapêutica ou até um bom papo. É grande a variedade de ações deste tipo desenvolvidas nas unidades estaduais.

No Instituto Estadual do Cérebro e no Hospital Estadual Anchieta, o repertório musical também faz parte da atuação dos voluntários, com apresentações de um saxofonista. Proporcionando a interação dos pacientes com animais de estimação, o projeto “Pêlo Próximo” acontece nos hospitais Eduardo Rabelo e Anchieta.

O Hospital Estadual Adão Pereira Nunes conta com a contribuição de voluntários que levam atividades lúdicas para a pediatria, e oficina de artesanato para pacientes da maternidade. No Hospital Estadual da Criança, as ações são propostas pela Trupe do Miolo Mole e pelo grupo Sorrisoterapia. Os pacientes ainda recebem os contadores de histórias do Rio de Histórias e um grupo de voluntários com atividades recreativas.

Também a ONG Doutores da Alegria é voluntária em sete hospitais estaduais, com apresentação itinerante de música e poesia direcionada aos pacientes, acompanhantes e funcionários. A performance acontece nos hospitais estaduais Azevedo Lima, Tavares Macedo, Adão Pereira Nunes, Rocha Faria, Alberto Torres, Santa Maria e Eduardo Rabelo.

O Hemorio é uma das unidades que mais conta com atuação de voluntários. São mais de dez projetos, entre eles: cursos de artesanato e culinária para acompanhantes e funcionários; visita de contadores de histórias e atuação de voluntários com atividades de recreação; e apresentação de artistas e músicos que, quinzenalmente, levam canções e esquetes teatrais em forma de cortejo para os pacientes internados.

O acolhimento espiritual também é um componente da atuação dos voluntários, pois a saúde e a fé seguem juntas para muitos pacientes. Assim, voluntários de diferentes religiões se dispõem a realizarem visitas aos enfermos, levando palavras de conforto e orações. O serviço de capelania é encontrado nos hospitais de Traumatologia e Ortopedia Dona Lindu, Azevedo Lima, Albert Schweitzer, Adão Pereira Nunes, Eduardo Rabelo e Rocha Faria, além do Hemorio.

FONTE: Governo do Estado do Rio de Janeiro
http://www.saude.rj.gov.br

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Pesquisa traz retrato inédito da saúde do idoso no Sudeste

No Brasil, do total de idosos diagnosticados com catarata e indicação de cirurgia, todos foram operados. No Sudeste, 76,1% tiveram indicação e fizeram a cirurgia

Do total de idosos (60 anos ou mais) diagnosticados com catarata, 72,7% tiveram indicação de cirurgia e a realizaram, os demais não acharam necessário. No Sudeste, 76,1% tiveram indicação e fizeram a cirurgia. Considerado um dos grupos de mais riscos de desenvolver complicações causadas pela gripe, os idosos também têm buscado o Sistema Único de Saúde (SUS) para a imunização. Nos 12 meses anteriores a realização da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2013, 73,1% dos brasileiros de 60 anos ou mais de idade e 73% dos que vivem no Sudeste tomaram a vacina contra a gripe, por meio do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde. Os indicadores de saúde no Brasil têm melhorado significativamente nos últimos anos e isso se reflete no aumento da expectativa de vida de homens e mulheres.

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No Sudeste, 34,2% das crianças consomem refrigerante antes dos 2 anos

“As projeções populacionais do Brasil evidenciam o avanço do envelhecimento da população, o que exige uma adequação do sistema da saúde para receber essa população. Por isso, a Pesquisa Nacional de Saúde investigou alguns fatores relacionados à saúde das pessoas de 60 anos ou mais de idade. Os resultados irão auxiliar o Ministério da Saúde a traçar suas políticas públicas para os próximos anos”, ressaltou o ministro da Saúde, Arthur Chioro. Ele destacou que a expectativa do brasileiro passou de 62,7 para 73,9 anos entre 1980 e 2013, um crescimento real de 11,2 anos. “Esse aumento se deve às medidas de combate à desnutrição, redução da mortalidade materna e infantil, ampliação do acesso a vacinas e medicamentos gratuitos, entre outras ações promovidas pelo governo federal em parceria com estados e municípios”, disse o ministro.

Do total de indivíduos de 60 anos ou mais de idade, estimada em 13,2% da população brasileira, 28,7% foi diagnosticada com catarata, com maiores proporções para o Centro-Oeste (33,7) e Nordeste (31,9). No Sudeste foram 28,7%. Do total de diagnosticados no Brasil, 72,7% tiveram indicação de cirurgia e a realizaram, 47,6% usaram o SUS, e 37,9% foram cobertas por plano de saúde. 27,7% das pessoas de 60 anos ou mais de idade, que tiveram indicação de cirurgia de catarata não realizaram a cirurgia.

ASSISTÊNCIA – Em 2014 foram realizadas 469.820 cirurgias de catarata em maiores de 60 anos, e 185.598 em 2015. A assistência à população idosa é realidade no Sistema Único de Saúde, que vem se adaptando ao envelhecimento da população. A cirurgia de catarata faz parte do rol de procedimentos das Cirurgias Eletivas (marcadas com antecedência) do SUS. Entre 2010 e junho de 2015, o Ministério da Saúde disponibilizou R$ 1,7 bilhão aos estados e municípios para a realização desses procedimentos, que incluem também ortopedia e outras áreas que vão variar de acordo com as necessidades de cada estado, como cirurgias vasculares e urológicas.

Outro ponto de assistência a essa população é o Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde. Nos 12 meses anteriores à PNS 2013, 73,1% das pessoas de 60 anos ou mais de idade tomaram a vacina contra a gripe. A Região Nordeste registrou a menor proporção (69,4%), enquanto as Regiões Centro-Oeste e Sul apresentaram as maiores proporções desse indicador (77,1% e 77,9%, respectivamente).

A primeira campanha de vacinação do idoso contra gripe foi em 1999, contemplando a população acima de 65 anos. A partir de 2010, a vacinação foi ampliada para pessoas a partir de 60 anos. A adesão dos idosos à campanha de vacinação contra gripe aumenta ao longo dos anos. Em 2010, 15,3 milhões de pessoas acima de 60 anos receberam a vacina, o que representa 79,07% das pessoas que formavam esse público. Em 2014, foram vacinadas 17,9 milhões de pessoas acima de 60 anos, 86,7% do público-alvo. Em 2014, o investimento foi de R$ 469,2 milhões para aquisição de 53,5 milhões doses.

LIMITAÇÕES FUNCIONAIS – Investigou-se nas pessoas com 60 anos ou mais de idade presença de limitação funcional na realização das atividades de vida diária (AVDs), como comer, tomar banho, ir ao banheiro, vestir-se, andar em casa de um cômodo para outro no mesmo andar, e deitar-se. A PNS revelou que 6,8% dos idosos têm limitações para realizar AVDs. As limitações aumentam com a idade: 2,8%, para 60 a 64 anos, 4,4% para 65 a 74 anos, e 15,6%, para 75 anos ou mais. Quanto maior o grau de instrução, menores as dificuldades, para as pessoas sem instrução, 10,2%; com fundamental incompleto, 6,2%; e com fundamental completo ou mais, 3,7%. No grupo de idosos que revelou possuir limitações funcionais, 84,0% destes precisava de ajuda para realiza-las, mas 10,9% não a recebiam. 17,8 recebiam ajuda de alguém remunerado e 78,8% recebiam cuidados da família.

Outro indicador abordado pela Pesquisa foi a presença de limitação funcional na realização de Atividades Instrumentais de Vida Diária (AIVDs), como fazer compras (de alimentos, roupas, medicamentos e outros); cuidar do seu próprio dinheiro; tomar seus medicamentos; e sair utilizando transporte como ônibus, metrô, táxi ou carro. Nesse contexto, 17,3% dos idosos têm limitações para realizar AIVDs, sendo a limitação maior em mulheres (20,4%) que em homens (13,4%). As limitações também aumentam com a idade: 6,4%, para 60 a 64 anos, 12,2% para 65 a 74 anos, e 39,2%, para 75 anos ou mais.

Com o objetivo de verificar os graus de autonomia e independência e a inserção social, a pesquisa verificou a participação das pessoas de 60 anos ou mais de idade em atividades sociais organizadas, como clubes, grupos comunitários ou religiosos, centros de convivência do idoso, entre outras. Em 2013, 24,4% das pessoas de 60 anos ou mais de idade relataram participar de atividades sociais organizadas, sendo a Região Nordeste a que registrou a menor proporção desse indicador (21,0%). Considerando a situação do domicílio, a proporção na área urbana foi 25,3% e na área rural, 19,2%. As mulheres apresentaram mais costume de participar dessas atividades do que os homens: 28,1% e 19,8%, respectivamente. Menores percentuais foram encontrados para as pessoas de 75 anos ou mais de idade (19,3%) e as pessoas sem instrução (18,1%).

PNS – O terceiro volume da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) foi realizado em 64 mil domicílios em 1.600 municípios de todo o país entre agosto de 2013 e fevereiro de 2014. Para dos dados antropométricos e pressão arterial, um morador foi selecionado; para Saúde da mulher, foram aquelas de 18 anos ou mais e para Saúde das crianças de menos de dois anos de idade, a mãe respondeu. O estudo é considerado o mais completo inquérito de saúde do Brasil.

Durante o levantamento, foram coletadas informações sobre toda a família a partir de entrevistas válidas para 205 mil indivíduos em domicílio, escolhidos por meio de sorteio entre os moradores da residência para responder ao questionário.

FONTE: Ministério da Saúde
http://www.saude.gov.br

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No Sudeste, 34,2% das crianças consomem refrigerante antes dos 2 anos

Mudança nos hábitos alimentares preocupa Ministério da Saúde. Pesquisa inédita que mediu peso e pressão arterial dos brasileiros alerta que mais da metade da população está acima do peso e uma em cada quatro mulheres são obesas

O consumo de produtos com alto teor de açúcar e gordura começa cedo no Brasil. Estudo inédito do Ministério da Saúde revelou que 60,8% das crianças com menos de dois anos de idade comem biscoitos, bolachas e bolos e que 32,3% tomam refrigerantes ou suco artificial. No Sudeste, mais da metade (64,3%) das crianças consomem esses alimentos e 34,2% tomam refrigerantes, superando a média nacional.

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Este é o terceiro volume da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e que traz medidas inéditas da população do país, como peso, pressão arterial e circunferência da cintura. Além das mudanças nos hábitos alimentares na infância, os dados alertam para os crescentes índices de excesso de peso e obesidade em adultos.

“O excesso de peso é um problema grave, porque é um fator de risco para doenças do coração e outros problemas crônicos. É fundamental trabalharmos o incentivo a prática de exercícios e alimentação saudável desde cedo com as nossas crianças para reverter esse quadro. As crianças, muitas vezes, ajudam na conscientização e mudança de hábito dos pais”, destacou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

Apesar da presença de produtos industrializados na alimentação das crianças, o estudo demonstrou que as mães brasileiras continuam amamentando seus filhos mesmo após os seis meses de idade, período preconizado para o aleitamento exclusivo. Mais da metade (50,6%) das crianças brasileiras e 44,9% das que vivem no Sudeste, entre nove e 12 meses, estão em aleitamento materno de modo complementar.

Os dados apontaram também que a maior parte das primeiras consultas dos bebês (até sete dias depois da saída da maternidade) foi na rede pública de saúde – 62,5% nas unidades básicas de saúde e hospitais públicos e 26,4% em consultório particular. Também mostrou índice de 70,8% de crianças com menos de dois anos que fizeram o teste do pezinho e 75,9% com um ano que já haviam tomado três doses da vacina tetravalente (difteria, tétano, coqueluche e meningite), ofertada aos dois, quatro e seis meses de idade.

A Pesquisa Nacional de Saúde foi feita em 64 mil domicílios em 1.600 municípios de todo o país entre agosto de 2013 e fevereiro de 2014. É o mais completo inquérito de saúde do Brasil, com dados sobre informações do domicílio, equipe de saúde da família, pessoas com deficiências, saúde dos indivíduos com 60 anos e mais, crianças com menos de 2 anos, acidentes e violência, estilos de vida, doenças crônicas, saúde da mulher, atendimento pré-natal, saúde bucal e atendimento médico. Essas informações servem de base para que o Ministério da Saúde possa traçar suas políticas públicas para os próximos anos.

OBESIDADE E HIPERTENSÃO – As mudanças no padrão de alimentação do brasileiro, bem como o menor tempo dedicado a atividades físicas, levam cada vez mais pessoas ao excesso de peso e obesidade. A Pesquisa Nacional de Saúde pesou e mediu a circunferência da cintura dos entrevistados e os dados demonstram que 56,9% dos brasileiros com 18 anos ou mais estão acima do peso, 82 milhões de pessoas. O índice é superior ao calculado em 2003 pela POF/IBGE, que registrou 42%. No Sudeste, o número é 58,4%.

Preocupa também a massa de gordura abdominal, que pela primeira vez foi medida por uma pesquisa no Brasil. Mais da metade das mulheres (52,1%) apresentaram prevalência superior de obesidade abdominal, com cintura acima de 88 cm, segundo parâmetros da Organização Mundial de Saúde. O índice é menor entre os homens: 21,8% têm a cintura acima de 102 cm, o que aponta circunferência aumentada no caso masculino. No sudeste, a prevalência é ainda maior que a média nacional: 54,7% das mulheres e 23,5% dos homens apresentam obesidade abdominal.

Essa medida é importante porque está associada a doenças como obesidade, hipertensão e diabetes, que levam a problemas cardíacos. O público feminino também foi o que registrou maior índice de obesidade. Uma em cada quatro mulheres (24,4%) brasileiras estão obesas. Esse índice era 14% em 2003. Entre os homens o percentual é menor, 16,8%. No Sudeste, os números são de 26,1% para mulheres e 17,4% para homens.

Já a pressão alta atinge mais os homens. Essa realidade nacional está presente no Sudeste. O estudo mediu a pressão dos entrevistados, algo inédito para um levantamento desta escala, e apontou que 22% dos brasileiros e 27,8% dos residentes no Sudeste têm pressão arterial elevada.

PROMOÇÃO DA SAÚDE – O excesso de peso e obesidade são fatores de risco para Doenças Crônicas Não Transmissíveis, que constituem um problema global de saúde e corresponderam por 74% dos óbitos no Brasil no ano de 2012. Já a hipertensão é uma das principais causas de morbidade cardiovascular e fator de risco para complicação de AVC, acidente vascular cerebral. A doença causa 7,5 milhões de mortes no mundo, equivalente a 12,8% do total. Por meio do Farmácia Popular, a população tem acesso a seis medicamentos para hipertensão.

O Ministério da Saúde firmou, em 2011, o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis no Brasil (2011-2022), com o objetivo de deter o avanço das doenças crônicas e os fatores de risco, com ações também voltadas às crianças. A meta é reduzir em 2% ao ano o número de mortes por estas doenças. Uma das principais ações é a expansão da atenção básica responsável por resolver até 80% dos problemas de saúde. O investimento nesta área cresceu 106% em quatro anos, chegando a R$ 20 bilhões em 2014. São quase 40 mil equipes de Saúde da Família, capazes de atender 60% da população.

Também são realizadas ações de promoção à saúde com mais de 18 milhões de alunos do ensino fundamental por meio do Programa Saúde na Escola. Em 2014, mais de 4.000 municípios que participam da iniciativa adotaram também medidas nas creches para avaliação antropométrica e promoção de alimentação saudável das crianças de até dois anos. A partir de acordo firmado entre Ministério da Saúde e as indústrias de alimentação foi possível retirar entre 2011 e 2014, 7.652 toneladas de sódio da mesa do brasileiro.

Sobre o incentivo a prática de atividade física destaca-se o Programa Academia da Saúde, que já conta com 1.568 polos com equipamentos e profissionais qualificados e a publicação do guia alimentar a população brasileira que orientam as famílias a optarem por refeições caseiras.

FONTE: Ministério da Saúde
http://www.saude.gov.br

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Saúde divulga resultado da análise da água das principais fontes da cidade

Dando continuidade à vigilância periódica da qualidade da água das fontes da cidade, a Secretaria Municipal de Saúde divulgou o resultado do exame microbiológico feito na última segunda-feira, dia 24, em 12 pontos. De acordo com as amostras coletadas e analisadas pelo Laboratório Bacteriológico de Análise de Água para Consumo Humano, da Secretaria Municipal de Saúde, as fontes João Raposo (Tijuca), Perpétuo e Taumaturgo encontram-se impróprias para consumo.

Como a água pode sofrer variações de potabilidade, devido a alterações climáticas e do ambiente do entorno onde as fontes se localizam, os usuários são orientados a sempre ferver ou filtrar e clorar a água antes de ser consumida. Sendo assim, após filtração, devem ser adicionadas duas gotas de hipoclorito de sódio a 2,5% (água sanitária) para cada litro de água. Depois, espera-se 30 minutos antes de utilizar. O procedimento atende a Portaria 2.914/2011, do Ministério da Saúde, que dispõe sobre os procedimentos de controle e de vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade.

O monitoramento microbiológico da água das fontes da cidade é feito por equipe do Programa Vigiágua, setor ligado à Divisão de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde. Atendendo determinação do Ministério da Saúde, o acompanhamento é periódico, a fim de garantir que a água consumida pela população atenda ao padrão e normas estabelecidas na legislação vigente.

Resultado da análise

  • Fonte Amélia (Alto) – Própria para consumo
  • Fonte Brahma (Várzea) – Própria para consumo
  • Fonte Fonte Santa – Própria para consumo
  • Fonte Judite (Alto) – Própria para consumo
  • Fonte Praça Taumaturgo (Taumaturgo) – Própria para consumo
  • Fonte Santa Ângela (Vale do Paraíso) – Própria para consumo
  • Fonte São Sebastião (Pimenteiras) – Própria para consumo
  • Fonte da Saúde (Tijuca) – Própria para consumo
  • Fonte Sete Tanques (Rosário) – Própria para consumo
  • Fonte Perpétuo (Rua Zenóbio da Costa, nº 148) – Imprópria para consumo
  • Fonte João Raposo (Tijuca) – Imprópria para consumo
  • Fonte Taumaturgo (Taumaturgo) – Imprópria para consumo

*Tendo em vista os resultados, foi orientada a adoção das seguintes medidas: 1) Interdição das fontes impróprias e investigação de possíveis danos na tubulação ou outras formas de contaminação da água; 2) Orientação aos usuários para que filtrem e clorem a água antes de beber, mesmo a das fontes que estão próprias para consumo; 3) Providenciar o reforço e a ampliação do serviço de monitoramento das fontes públicas, conforme solicitado pela Câmara Técnica de Saneamento do Comdema – Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente; 4) Informar a população sobre a potabilidade de cada fonte através da manutenção de placas indicativas.​

FONTE: Prefeitura Municipal de Teresópolis
http://www.teresopolis.rj.gov.br

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