Política Nacional de Saúde Integral: Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais

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UPA Pediátrica da Ilha do Governador é inaugurada

A partir desta quarta-feira, unidade passa atender exclusivamente pacientes com idades entre 0 e 14 anos

e900445b-8095-46b4-ae45-d89c4f56f68eDepois de passar por intervenções para adequação ao novo perfil de atendimento, a UPA Pediátrica da Ilha do Governador foi reaberta nesta quarta-feira, 4/5. A partir de hoje, a unidade passa a receber pacientes com idades entre 0 e 14 anos.

– A especialização de unidades é uma tendência mundial. Além de buscar a redução dos custos neste momento, nosso principal objetivo é garantir a assistência à população. Quando uma mãe sair de casa buscando atendimento para seu filho, ela saberá onde encontrar o serviço. Aqui, as crianças terão ambiente acolhedor, com assistência de melhor qualidade – explica Luiz Antônio Teixeira Jr., secretário de Estado de Saúde.

A nova unidade pediátrica conta com equipe de sete pediatras, divididos em plantões diurnos e noturnos, oferecendo atendimento de emergência 24h para casos de baixa e média complexidade. Já o atendimento odontopediátrico emergencial irá funcionar de segunda a sábado, entre 7h e 17h, com equipe composta por três odontopediatras e dois auxiliares.

Mãe de dois filhos, a dona de casa Ana Cláudia Francisca de Paula, 22 anos, aprovou a mudança de perfil da unidade e acredita que a especialização irá agilizar o atendimento.

– Acho que é uma boa mudança. Moro na região e fico mais tranquila em saber que irei encontrar atendimento para as crianças aqui. Já tive dificuldades buscando um dentista para minha filha Ana Julia. Gostei de saber que teremos esse serviço funcionando na unidade – afirmou ela. Já na reabertura da UPA, a menina Ana Julia fez questão de conhecer a sala para atendimento odontológico.

A estrutura, que ganhou programação visual especialmente voltada para os pequenos pacientes, dispõe de consultórios, espaço bebê, salas de nebulização e medicação, exames laboratoriais e de raio-x, além das salas vermelha e amarela para observação de pacientes mais graves.

FONTE: Governo do Estado do Rio de Janeiro
http://www.saude.rj.gov.br

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Microcefalia: Ministério da Saúde confirma 1.271 casos no país

Os casos ocorreram em 470 municípios, sendo a maioria na região Nordeste. Outros 3.580 permanecem em investigação e 2.492 foram descartados

O novo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde divulgado, nesta quarta-feira (4), aponta que, até o dia 30 abril, foram confirmados 1.271 casos de microcefaliae outras alterações do sistema nervoso, sugestivos de infecção congênita, em todo o país.No total, foram notificados 7.343 casos suspeitos desde o início das investigações, em outubro de 2015, sendo que 2.492 foram descartados. Outros 3.580 estão em fase de investigação. O informe reúne semanalmente as informações encaminhadas pelas secretarias estaduais de saúde.

Dos casos confirmados, 203 tiveram confirmação laboratorial para o vírus Zika.  No entanto, o Ministério da Saúde ressalta que esse dado não representa, adequadamente, a totalidade do número de casos relacionados ao vírus. Ou seja, a pasta considera que houve infecção pelo Zika na maior parte das mães que tiveram bebês com diagnóstico final de microcefalia.

Em todo o Brasil, os 1.271 casos confirmados ocorreram em 470 municípios, localizados em 25 unidades da federação. A microcefalia foi confirmada nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul, além de São Paulo que registrou oito casos da doença ao Ministério da Saúde, sendo um com confirmação laboratorial para Zika.

No mesmo período, foram registrados 267 óbitos suspeitos de microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central após o parto ou durante a gestação (abortamento ou natimorto) no país. Destes, 57 foram confirmados para microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central. Outros 178 continuam em investigação e 32 foram descartados. Já os 2.492 casos foram descartados por apresentarem exames normais, ou apresentarem microcefalias e/ou alterações no sistema nervoso central por causas não infeciosas.

Cabe esclarecer que o Ministério da Saúde está investigando todos os casos de microcefalia e outras alterações do sistema nervoso central, informados pelos estados, e a possível relação com o vírus Zika e outras infecções congênitas. A microcefalia pode ter como causa, diversos agentes infecciosos além do Zika, como Sífilis, Toxoplasmose, Outros Agentes Infecciosos, Rubéola, Citomegalovírus e Herpes Viral.

O Ministério da Saúde orienta as gestantes adotarem medidas que possam reduzir a presença do mosquito Aedes aegypti, com a eliminação de criadouros, e proteger-se da exposição de mosquitos, como manter portas e janelas fechadas ou teladas, usar calça e camisa de manga comprida e utilizar repelentes permitidos para gestantes.

Distribuição dos casos notificados de microcefalia por UF, até 30 de abril de 2016

Regiões e Unidades Federadas

Casos  de Microcefalia e/ou malformações, sugestivos de infecção congênita

Total acumulado1 de casos notificados de 2015 a 2016

Em investigação

Confirmados2,3

Descartados4

Brasil

3.580

1.271

2.492

7.343

Alagoas

82

59

144

285

Bahia

645

232

184

1.061

Ceará

241

84

143

468

Maranhão

92

115

43

250

Paraíba

379

115

374

868

Pernambuco

653

339

920

1.912

Piauí

23

75

62

160

Rio Grande do Norte

283

96

39

418

Sergipe

146

37

30

213

Região Nordeste

2.544

1.152

1.939

5.635

Espírito santo

93

8

33

134

Minas Gerais

45

3

55

103

Rio de Janeiro

297

44

88

429

São Paulo

163a

8b

102

273

Região Sudeste

598

63

278

939

Acre

20

0

17

37

Amapá

4

4

1

9

Amazonas

10

4

4

18

Pará

27

1

0

28

Rondônia

5

3

5

13

Roraima*6

21

1

0

22

Tocantins

118

3

17

138

Região Norte

205

16

44

265

Distrito Federal

0

5

32

37

Goiás

73

12

45

130

Mato grosso

120

15

77

212

Mato Grosso do Sul

2

2

14

18

Região Centro-Oeste

195

34

168

397

Paraná

5

4

24

33

Santa Catarina

2

0

3

5

Rio Grande do Sul

31

2

36

69

Região Sul

38

6

63

107

Fonte: Secretarias de Saúde dos Estados e Distrito Federal (dados atualizados até 30/04/2016).
1. Número cumulativo de casos notificados que preenchiam a definição de caso operacional anterior (33 cm), além das definições adotadas no Protocolo de Vigilância (a partir de 09/12/2015) que definiu o Perímetro Cefálico de 32 cm para recém-nascidos com 37 ou mais semanas de gestação e demais definições do protocolo.
2. Apresentam alterações típicas: indicativas de infecção congênita, como calcificações intracranianas, dilatação dos ventrículos cerebrais ou alterações de fossa posterior entre outros sinais clínicos observados por qualquer método de imagem ou identificação do vírus Zika em testes laboratoriais.
3. Foram confirmados 203 casos por critério laboratorial específico para vírus Zika (técnica de PCR e sorologia).
4. Descartados por apresentar exames normais, por apresentar microcefalia e/ou malformações congênitas confirmada por causas não infecciosas ou por não se enquadrar nas definições de casos.
a. Conforme informado pelo Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexandre Vranjac”, da Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo 163 casos se encontram em investigação para infecção congênita. Desses, 40 sãopossivelmente associados com a infecção pelo vírus Zika, porém ainda não foram finalizadas as investigações.
b. 01 caso confirmado de microcefalia por Vírus Zika em recém-nascido com local provável de infecção em outra UF.

FONTE: Ministério da Saúde
http://www.saude.gov.br

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Quase 50% do público-alvo já foi vacinado contra a gripe no Brasil

Até o momento 21,3 milhões se vacinaram, o que significa 43,6% da população prioritária. A meta é imunizar 80% das 49,8 milhões de pessoas considerados de risco para complicações

Balanço do Ministério da Saúde, divulgado nesta terça-feira (3), mostra que 21,3 milhões de pessoas já se vacinaram contra a gripe neste ano. O quantitativo representa 43,6% do público-alvo, mais da metade da meta ¿ que é vacinar, pelo menos, 80% das 49,8 milhões de pessoas consideradas de risco para complicações por gripe. Para a campanha, que vai até 20 de maio, foram adquiridas 54 milhões de doses da vacina que protege contra os três subtipos do vírus recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para 2016 (A/H1N1, A/H3N2 e influenza B).

Segundo o balanço, três estados e mais o Distrito Federal alcançaram as maiores coberturas vacinais até o momento: Amapá (78,11%), Distrito Federal (64,7%), Goiás (63,5%) e São Paulo (61,6%).  Este desempenho foi possível porque o Ministério da Saúde iniciou o envio das vacinas no dia 1º de abril, o que possibilitou a antecipação da vacinação em vários estados. Até a próxima sexta-feira (6), mais de 49 milhões de doses da vacina já terão sido enviadas às secretarias estaduais de saúde, o que corresponde a 93% do total de doses adquiridas para a campanha (54 milhões).

“Em todo o país, 22 estados da Federação puderam adiantar suas vacinações, o que permitiu a alta cobertura vacinal alcançada até este momento. Mas é importante deixar claro que a campanha começou neste sábado, 30 de abril, e continua até o dia 20 de maio, não havendo necessidade de correria aos postos de saúde porque tem vacina para todos que fazem parte do público-alvo”, explicou o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Antônio Nardi, reforçando que, até o próximo dia 13 de maio, 100% das doses da vacina serão entregues aos estados brasileiros.

A região Sul apresentou, até agora, o melhor desempenho em relação
à cobertura vacinal contra a influenza, com 55,7%, seguida pelas regiões Sudeste (48,05%); Centro-Oeste (48%); Norte (34,9%) e Nordeste (31,65%). Para a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, Carla Domingues, a alta cobertura vacinal nos primeiros dias da campanha deste ano ratifica o sucesso da estratégia. “A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começou neste sábado (30) e, em menos de três dias, já aponta uma altíssima cobertura vacinal em todo o país. Nesta campanha, mais uma vez, o Ministério da Saúde cumpre o papel de proteger a população prioritária”, avalia a coordenadora, reforçando que o Brasil está entre os países que mais ofertam vacinas gratuitamente.

Dentre os grupos prioritários à vacinação, os trabalhadores de saúde apresentam, até o momento, a maior cobertura, com 2,1 milhões de doses aplicadas, o que representa 53% dos profissionais a serem vacinados. Em seguida estão as crianças de seis meses a menores de cinco anos (quatro anos, 11 meses e 29 dias), com 5,7 milhões de vacinados (44,85%); 164 mil puérperas (44,7%); 8,9 milhões de doses em idosos (43%); e 797,8 mil doses aplicadas em gestantes (35,7%). Com 70,5 mil doses aplicadas, 11,3% dos indígenas já foram vacinados. Como a vacinação deste grupo é realizada em áreas remotas, a atualização dos dados segue outra dinâmica. Também foram aplicadas 3,4 milhões de doses nos grupos de pessoas com comorbidade; população privada de liberdade e trabalhadores do sistema prisional. Os portadores de doenças crônicas não transmissíveis, o que inclui pessoas com deficiências específicas, também devem se vacinar. Para esse grupo não há meta específica de vacinação.

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da OMS. Essa definição também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.

CARTÃO E DOCUMENTO – Para receber a dose, é importante levar o cartão de vacinação e o documento de identificação. As pessoas com doenças crônicas, ou com outras condições clínicas especiais, também precisam apresentar prescrição médica, especificando o motivo da indicação da vacina. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receberem a dose, sem necessidade de prescrição médica.

A vacina contra gripe é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença, internações, ou até mesmo óbitos. Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza. “Temos milhões de pessoas vacinadas, não só no Brasil, mas no mundo. Esta é uma vacina de vírus inativado, então não é possível ser infectado por um vírus do imunobiológico. O que pode ocorrer é a pessoa, coincidentemente, ser acometida por outro dos milhares de vírus em circulação, inclusive de resfriados”, explica a coordenadora do PNI.

CASOS DA DOENÇA – Neste ano, até 23 de abril, foram registrados 1.880 casos de influenza de todos os tipos no Brasil. Deste total, 1.571 por influenza A (H1N1), sendo 290 óbitos, com registro de um caso importado (o vírus foi contraído em outro país). O Brasil possui uma rede de unidades sentinelas para vigilância da influenza, distribuídas em serviços de saúde de todas as unidades federadas do país, que monitoram a circulação do vírus influenza por meio de casos de síndrome gripal (SG) e síndrome respiratória aguda grave (SRAG).

A Região Sudeste concentra o maior número de casos (1.106) influenza A H1N1, sendo 988 no estado de São Paulo. Outros estados que registraram casos neste ano foram Santa Catarina (100); Goiás (69); Rio Grande do Sul (53); Minas Gerais (50); Rio de Janeiro (46); Pará (45); Paraná (45); Bahia (41); Distrito Federal (40); Espírito Santo (22); Pernambuco (18); Mato Grosso do Sul (14); Ceará (10); Rio Grande do Norte (8); Paraíba (7); Alagoas (6); Mato Grosso (4); Amapá (2); Roraima (1); e Sergipe (1).

Com relação ao número de óbitos, São Paulo registrou 149, seguido por Santa Catarina (20); Rio de Janeiro (18); Rio Grande do Sul (18); Minas Gerais (14); Goiás (11); Bahia (9); Pará (8); Paraná (7); Pernambuco (5); Espírito Santo (5); Rio Grande do Norte (4); Ceará (4); Distrito Federal (4); Mato Grosso do Sul (3); Mato Grosso (3); Paraíba (3); Amapá (2); e Alagoas (2).

A tabela abaixo indica as doses já aplicadas e a cobertura vacinal do público-alvo que é possível ser estimado, exceto pessoas com comorbidades e necessidades especiais, além de pessoas privadas de liberdade e trabalhadores do sistema prisional, que não têm meta específica. A totalização desse público é feita por meio da soma das doses aplicadas.

Total de doses aplicadas (exceto em pessoas com comorbidades, população privada de liberdade e trabalhadores do sistema prisional) por UF

Estado

Vacinação contra a gripe ¿ até 3 de maio

População prioritária

Doses aplicadas

Cobertura vacinal (%)

RO

302.412

154.751

51,2

AC

170.024

60.149

35,4

AM

869.062

294.185

35,9

RR

150.116

29.392

19,6

PA

1.491.529

429.802

28,8

AP

139.546

110.165

79

TO

292.131

112.710

38,6

NORTE

3.414.820

1.191.154

34,9

MA

1.390.900

302.975

21,8

PI

645.402

160.543

24,9

CE

1.776.416

412.908

23,2

RN

669.091

257.588

38,5

PB

853.196

261.105

30,6

PE

1.887.670

735.119

38,9

AL

636.571

191.138

30,3

SE

408.849

104.326

25,5

BA

2.900.022

1.108.608

38,2

NORDESTE

11.168.117

3.534.310

31,65

MG

4.118.983

1.439.651

35

ES

722.718

344.426

47,7

RJ

3.643.069

1.076.748

29,6

SP

8.999.512

5.540.309

61,6

SUDESTE

17.484.282

8.401.134

48,05

PR

2.242.191

1.208.861

53,9

SC

1.267.596

738.560

58,3

RS

2.517.391

1.408.258

55,9

SUL

6.027.178

3.355.679

55,7

MS

582.399

120.185

20,6

MT

623.834

184.818

29,6

GO

1.219.467

774.849

63,5

DF

498.646

322.772

64,7

CENTRO-OESTE

2.924.346

1.402.624

48

TOTAL

41.018.743

17.884.901

43,6

 

Total de público-alvo e doses da vacina por UF; doses enviadas pelo Ministério da Saúde aos estados até o dia 06/05.

UF

Total Público-alvo

 

Doses a serem enviadas até 06/05

 

%

Total de  doses para a Campanha 2016

RO

350.256

376.700

100%

376.700

AC

195.184

210.600

100%

210.600

AM

942.947

1.037.900

100%

1.037.900

RR

164.345

175.600

100%

175.600

PA

1.704.531

1.846.400

100%

1.846.400

AP

165.484

177.100

100%

177.100

TO

326.013

349.700

100%

349.700

NORTE

3.848760

4.174.000

100%

4.174.000

MA

1.529.100

1.415.790

87%

1.635.900

PI

732.193

678.170

87%

783.500

CE

2.017.553

678.170

87%

2.158.800

RN

776.019

1.874.910

87%

830.400

PB

946.103

723.080

87%

1.012.400

PE

2.095.962

1.939.980

87%

2.242.300

AL

699.104

647.820

87%

748.100

SE

454.675

425.190

87%

486.600

BA

3.268.957

3.027.890

86%

3.499.700

NORDESTE

12.519.666

11.611.050

87%

13.397.700

MG

4.932.010

4.663.830

88%

5.278.400

ES

849.659

853.870

94%

909.200

RJ

4.165.042

3.946.370

89%

4.456.600

SP

11.900.190

12.696.400

100%

12.733.200

SUDESTE

21.846.902

22.160.470

95%

23.377.400

PR

2.922.568

2.881.080

92%

3.128.400

SC

1.759.539

1.733.190

92%

1.885.300

RS

3.574.750

3.527.430

92%

3.824.500

SUL

8.256.857

8.141.700

92%

8.838.200

MS

667.922

664.990

92%

722.200

MT

698.212

682.500

91%

750.000

GO

1.433.414

1.438.410

94%

1.533.800

DF

609.105

607.120

93%

651.800

C.OESTE

3.408.653

3.393.020

93%

3.657.800

BRASIL

49.880.838

49.480.240

93%

53.445.100

FONTE: Ministério da Saúde
http://www.saude.gov.br

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Ministério da Saúde monitora passagem da tocha olímpica pelo país

Serviços de atendimento, ambulâncias do SAMU e outras ações foram preparadas para garantir assistência aos espectadores durante o trajeto pelas cidades brasileiras

Os brasileiros que acompanharem a passagem da tocha olímpica pelo país, a partir desta terça-feira (03), contarão com toda uma estrutura de saúde pública nas cidades por onde o símbolo percorrer. O Ministério da Saúde vai garantir que os hospitais, postos de atendimento em saúde e ambulâncias do SAMU, estejam preparados adequadamente para os serviços essenciais que se fizerem necessários.

O trabalho do Ministério da Saúde em parceria com os órgãos de saúde local tem o objetivo de detectar, avaliar e reforçar os eventos de saúde pública relacionados à passagem do símbolo olímpico, com base nas vigilâncias: sanitária, epidemiológica e assistência à saúde. Além disso, a pasta vai alertar a população sobre os riscos de proliferação de criadouros e da picada do mosquito Aedes Aegypti, com distribuição de material informativo.

“A chegada desse símbolo, que já percorreu várias cidades do mundo, é um momento único para o país, e a população brasileira pode contar com todos os serviços de saúde para o que precisar. Vamos estar bem estruturados para essa festa”, afirma o ministro da Saúde, Agenor Álvares.

A tocha olímpica chegou ao Brasil vinda da Grécia. Da capital federal, iniciará um trajeto de 20 mil quilômetros por mais de 300 municípios brasileiros até a chegada no dia 5 de agosto na cidade do Rio de Janeiro. Ao passar pelos municípios haverá eventos de Celebração, sempre na última cidade do dia de revezamento que inclui show musical nacional e outras atrações. O fogo olímpico vai ser conduzido por cerca de 12 mil pessoas, entre atletas, ex-atletas e personalidades.

Considerando o longo período de atividades relacionadas à celebração da passagem da tocha, o Ministério da Saúde recomenda também que as cidades observem e notifiquem eventos em saúde durante a rota do revezamento no Brasil.

APLICATIVO – O Ministério da Saúde disponibilizou para a população o aplicativo Guardiões da Saúde. Na ferramenta, o usuário pode indicar diariamente qual é a sua condição de saúde e, assim, ajudar no monitoramento da saúde pública. Isso permite ao Poder Público a adoção de providências e ações de proteção de forma ágil, uma vez que será possível mapear a ocorrência de sintomas similares relatados em determinadas localidades. O aplicativo vai permitir a detecção mais rápida da proliferação de doenças e a adoção das medidas necessárias para informar e proteger a população.

Ao informar sua condição de saúde, o cidadão é orientado a procurar um serviço de saúde caso indique estar com algum sintoma de doença, e pode encontrar a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) mais próxima por meio do mecanismo de geolocalização, além de identificar farmácias próximas. Os usuários também podem acompanhar orientações sobre os cuidados com as doenças mais comuns no Brasil, como as transmitidas peloAedes aegypti.

Na versão Olimpíadas, que será lançada em maio e terá um visual novo, também haverá um quiz com curiosidades sobre diversos temas da área da saúde. A cada resposta correta, o cidadão avança na corrida e pode conhecer mais sobre modalidades esportivas.

O aplicativo está disponível para download, gratuitamente, nas lojas virtuais Play Store e Apple Store e também pode ser acessada pela web. A iniciativa é fruto de uma parceria com a ONG norte-americana Skoll Global Threats Fund (SGTF).

OUTRAS AÇÕES – As iniciativas desenvolvidas no âmbito da saúde incluem ainda a montagem de um centro de operações para atuar em ocasiões de emergência e auxiliar na organização da rede de assistência. O CIOCS (Centro Integrado de Operações Conjuntas da Saúde) será ativado a partir do dia 5 de julho – um mês antes do início dos Jogos – e segue até 5 de outubro. O Centro irá monitorar as situações de risco, a demanda por atendimento, a vigilância epidemiológica e sanitária, além de coordenar respostas diante de emergências em saúde pública.

O CIOCS foi criado em 2011 pelo Ministério da Saúde e já foi ativado em eventos como Copa das Confederações, Jornada Mundial da Juventude e Copa do Mundo de 2014. Com esse monitoramento, foi possível verificar que, durante a Copa, apenas 0,2% dos participantes necessitaram de algum tipo de atendimento de saúde fora das arenas – como demonstra a experiência internacional, que prevê que, nos locais dos jogos, a necessidade de deslocamento a unidade de saúde de maior complexidade é entre 0,2% e 0,5% dos casos.

Outra iniciativa é a atualização da página Saúde do Viajante (www.saude.gov.br/viajante) voltada a orientar o turista com informações para prevenção de saúde. A estratégia, implantada desde maio de 2013, contém dicas práticas e informações essenciais que ajudam os visitantes nacionais e internacionais a protegerem sua saúde durante a viagem. As orientações são direcionadas à prevenção de várias doenças, incluindo as transmitidas peloAedes aegypti, e podem ser acessadas nos idiomas português, inglês, espanhol e francês.

FONTE: Ministério da Saúde
http://www.saude.gov.br

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6° Uranium Film Festival do Rio de Janeiro com 12 Cineastas e 50 Filmes de 22 Países

uranioemmovimentoPela sexta vez, o Internacional Uranium Film Festival vai acontecer no Rio de Janeiro, na Cinemateca do MAM. De 20 a 29 de maio, os cariocas e todos os visitantes do Rio de Janeiro poderão assistir 50 filmes internacionais sobre o mundo atômico. Está confirmada a presença de mais de 10 cineastas vindos de vários países como Alemanha, Austrália, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Itália e Ucrânia.

“Durante estes seis anos, o festival está crescendo cada vez mais”, diz o diretor do festival
Norbert G. Suchanek que acaba de chegar da estreia do festival em Hollywood que aconteceu 27 de abril, no famoso Raleigh Studios Hollywood.

O Uranium Film Festival nasceu em 2010, em Santa Teresa, Rio de Janeiro. Mas já
conquistou outras capitais do cinema, como Berlim, Mumbai e agora Hollywood. “Nenhum outro festival do Brasil já realizou mostras em mais de 30 cidades em 6 países”, comemora Márcia Gomes, diretora executiva do festival. A 6ª edição do Uranium Film Festival vailembrar especialmente os 30 anos do acidente nuclear de Chernobyl e os 5 anos de Fukushima.

O festival este ano é apoiado pelas instituições Friedrich Ebert Stiftung Brasil, Goethe
Institut, Consulado Geral da Suíça no Rio de Janeiro e FAETEC. Já desde o seu começo, o
festival conta com apoiadores locais de Santa Teresa: Armazém São Thiago, Esquina de
Santa, Bar do Mineiro e Cachaça Magnífica. A família de apoiadores locais ganhou mais um membro com a charmosa Villa Laurinda que vai hospedar os cineastas e convidados
especiais. Nosso parceiro desde 2012 é a Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de
Janeiro.

Certificado:
A partir de 75% de Participação
Não é necessário inscrição prévia.

Ingresso:
R$ 8,00 e R$ 4,00

Valores de ingresso para grupos escolares:
Escola pública: gratuito
Escola privada: R$ 4,00 por aluno, com gratuidade para funcionários acompanhantes.
Para grupo a partir de 25 alunos, ingresso de R$ 2,00 por aluno, com gratuidade para os funcionários acompanhantes.

PASSES:
Ouro: 24 sessões
R$ 100,00 e R$ 50,00
Direito a camisa do evento

Prata: 18 sessões
R$ 80,00 e R$ 40,00

Bronze: 10 sessões
R$ 50,00 e R$ 25,00

Horários das Sessões
20 a 29 de maio
20 maio (sex) – 18h e 20h30 Festa de Abertura
21 maio (sáb) – 15h, 16h, 18h
22 maio (dom) – 14h, 16h30, 18h
23 maio (seg) – 14h, 17h, 18h30
24 maio (ter) – 14h30, 17h, 18h30
25 maio (qua) – 14h30, 17h, 19h
26 maio (qui) – 14h, 16h, 18h
27 maio (sex) – 14h30, 16h30, 18h30
28 maio (sáb) – 14h, 16h, 18h
29 maio (dom) – 17h e 19h Cerimônia de Premiação

6ª Edição International Uranium Film Festival Rio de Janeiro 2016
Data: 20 a 28/05/2016 Sexta a Sábado
Local: Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM
Av: Infante Dom Henrique, 85
Parque do Flamengo Rio de Janeiro-RJ
Informações:
Arquivo Amarelo / Uranium Film Festival
Tel: (21) 97207-6704
E-Mail: info@uraniumfilmfestival.org
www.uraniumfilmfestival.org
www.facebook.com/uraniumfilmfest
www.facebook.com/uranioemmovimento
www.facebook.com/aboutnukes
https://twitter.com/URANIUMFESTIVAL

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Inscrições abertas para técnico em radioterapia do INCA até 6 de maio

INCAEstão abertas as inscrições do processo seletivo simplificado para técnico em radioterapia, conforme edital publicado hoje, no Diário Oficial da União (DOU).

As inscrições só podem ser feitas pela internet por formulário eletrônico até às 17h do dia 6 de maio.  São 30 vagas e a contratação é por tempo determinado para atender necessidade de excepcional interesse público. Os contratos têm duração de seis meses podendo haver prorrogação por igual período, desde que seja devidamente justificada pelo INCA, não excedendo o período máximo de dois anos. A contratação foi autorizada pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e pelo Ministério da Saúde (MS), divulgada no DOU de 13 de abril.

Para mais informações, confira o hotsite do concurso ou envie e-mail para selecaordt2016@inca.gov.br.

FONTE: INCA
http://www.inca.gov.br

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