Voluntários: Técnicos de Radiologia Médica e Odontológica – Rio 2016

1517396_724051677684660_3455603161024472845_nAberta as inscrições para participar do Programa de Voluntariado do Rio 2016, necessário ter 18 anos a partir de fevereiro de 2016 para candidos menores e ter disponibilidade para atuar entre 5 e 21 de agosto (Jogos Olímpicos) e 7 a 18 de setembro (Jogos Paraolímpicos). Dos 70 mil voluntários que participarão dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos, cerca de 5 mil serão alocados em funções ligadas à área de serviço de saúde. Dentre elas, vagas na radiologia nas quais não é divulgado a quantidade de vagas.

• Técnicos de Radiologia Médica
• Técnicos de Radiologia Odontológica

Os voluntários de “serviços de saúde” atuarão em instalações de competição e não competição, assim como em postos médicos, policlínicas e ambulâncias próximos às regiões dos Jogos. Em cada instalação de competição serão montados postos para atendimento médico exclusivo de atletas e postos para atendimento exclusivo de espectadores, força de trabalho e demais pessoas envolvidas no trabalho.

As inscrições vão até o dia 15 de novembro de 2014, os interessado devem entra no link juntamente a postagem e fazer sua inscrição, em caso de duvidas não se preocupe que o site é bem explicativo e cheio de vídeos tutoriais.

Inscrições:
Website: http://www.rio2016.com/voluntarios/

FONTE: InfoRad
https://www.facebook.com/inforadbr?fref=ts

FONTE: Rio 2016
http://www.rio2016.com

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Depois de receberem treinamento dos pesquisadores que se especializaram na Europa, os primeiros Operadores de raios X do Brasil ajudaram a formar os médicos no interior do país

thumbnail_1414729203Dos anos 1920 aos 50, a Radiologia entrou em uma nova fase de desenvolvimento no Brasil. Depois de os primeiros médicos e pesquisadores que se especializaram na Europa voltarem ao país, trazendo  equipamentos radiológicos da época, teve início um intenso processo de aprendizagem e disseminação da tecnologia.

Encantados com a possibilidade de enxergar os pacientes por dentro, médicos do interior de todas as regiões do país passaram a adquirir essas máquinas de raios X, para aparelhar seus estabelecimentos de saúde. Foi uma verdadeira febre radiológica.

Como os donos dos consultórios não dominavam a tecnologia, mandavam funcionários, filhos ou sobrinhos para aprender a operar o equipamento na capital, aqueles trazidos pelos precursores. Esses moços saíam de suas cidades sem profissão, e voltavam como Operadores de raios X diplomados.

“Meu tio era médico, comprou um equipamento de raios X e me mandou para estudar a nova tecnologia. Aprendi a profissão e voltei para ensinar a ele. Depois disso, participei da formação de muitos outros médicos, com quem também aprendi muito. Nós absorvemos a ciência e ajudamos a retroalimentar a cadeia do conhecimento. Nossa classe desempenha um papel muito importante na história dessa ciência”, conta Jenner Moraes, o primeiro presidente do CONTER.

Essa é a história de centenas de profissionais das técnicas radiológicas. No Hospital das Clínicas de São Paulo, não há uma pessoa sequer que não conheça Aristides Negretti, aluno da primeira turma de técnicos em Radiologia do Brasil, considerado pelos especialistas que administram o hospital hoje como um mestre além de seu tempo.

Hoje em dia, como sempre, os profissionais das técnicas radiológicas ensinam e aprendem, sempre no intuito de levar ao próximo o benefício de um dos maiores conhecimentos que a humanidade teve o prazer de teorizar: os raios X.

FONTE: CONTER
http://www.conter.gov.br

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II Jornadas Provinciales de Actualuzacíon y Unificación en Radiología

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Viajantes de países afetados pelo Ebola recebem orientação nos aeroportos do Brasil

Ministério da Saúde amplia ações de monitoramento. Agora, passageiros serão informados sobre atendimento no SUS, sinais da doença e terão sua temperatura aferida

Passageiros de voos internacionais que venham de países da África Ocidental (Libéria, Serra Leoa e Guiné) afetados pelo vírus Ebola, ao desembarcarem no Brasil, receberão informações sobre o Sistema Único de Saúde (SUS) e a necessidade de buscar atendimento médico, caso apresentem sintomas da doença. Também serão avaliados sobre contatos anteriores com casos de Ebola, além de terem sua temperatura aferida. A estratégia teve início na madrugada desta sexta-feira (31) no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, e deve se estender a outros aeroportos do país. A ação será realizada pelo Ministério da Saúde, juntamente com a Polícia Federal, Receita Federal, Agência Nacional de Vigilância Sanitária e a GRU-Airport.

Ao apresentar as novas medidas, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, reiterou que é baixa a possibilidade de transmissão do Ebola no Brasil. “Trata-se do aprimoramento de ações que estão sendo discutidas com estados e municípios e todos os órgãos envolvidos. Este novo monitoramento é uma abordagem fundamentalmente de informação”, afirmou o ministro, destacando ainda a importância de munir os viajantes com informações assim que chegam ao Brasil. “É necessário que eles tenham a garantia de que poderão procurar gratuitamente SUS, inclusive, já portando a ficha com informações da sua localidade de origem e se ainda encontram-se em período de incubação da doença”.

Apresentação sobre o tema

A ação serve como um segundo nível de proteção, já que todos que saem dos países afetados pela doença já são entrevistados e tem a temperatura aferida, medida considerada mais efetiva no controle nos aeroportos. Aqui no Brasil, os agentes de imigração vão identificar os viajantes de nacionalidades ou residentes em Guiné, Serra Leoa e Libéria, e que vieram desses países por meio de conexões saindo da Europa, Estados Unidos e África. Eles serão encaminhados ao posto da Anvisa para responder um questionário e aferir a temperatura.

Serão colhidas informações de interesse epidemiológico, como áreas afetadas pela doença por onde o viajante passou e se teve contato com pessoas doentes. Além disso, a pessoa receberá um folder em quatro idiomas (português, inglês, espanhol e francês) com informações sobre sinais e sintomas do Ebola e orientações sobre a gratuidade e o acesso aos serviços de saúde no Brasil, para facilitar a busca imediata de um serviço de saúde, caso algum viajante apresente sinais e sintomas da doença. No folder também constará o período em que o passageiro chegou ao Brasil. O objetivo do material é facilitar a comunicação entre o passageiro e a equipe médica, dando maior agilidade na identificação de um possível caso suspeito de Ebola.

De acordo com o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, as novas medidas “evitarão que o viajante fique em casa dois ou três dias sentindo sintomas da doença, sem saber que no Brasil há um serviço público de saúde e que ele pode utilizá-lo”, destacou o secretário. Mesmo colhendo informações e fazendo a aferição da temperatura de quem vier dos países afetados, Jarbas Barbosa informou que, para o Ministério da Saúde, “a medida mais efetiva para o controle da disseminação da doença continua sendo a interrupção da transmissão nos países afetados”.

Caso o viajante informe contato com alguma pessoa infectada, ele será monitorado por profissionais da vigilância estadual em saúde e terá a temperatura verificada diariamente. O monitoramento no aeroporto foi testado em um simulado realizado nesta quinta-feira (30), em Guarulhos, com todos os órgãos envolvidos.

OUTROS AEROPORTOS – O fluxo de passageiros originários de países afetados pelo Ebola para o Brasil é muito pequeno. Estima-se, com base nos dados de viagens de 2014, que apenas um a cada 40 mil passageiros, que chegam ao aeroporto de Guarulhos, é originário de países afetados pelo Ebola. Guarulhos recebe 65% dos estrangeiros que chegam aos Brasil e 78,5% das pessoas vindas de países afetados. Na segunda quinzena de novembro, os aeroportos do Galeão, no Rio de Janeiro (RJ), e Pinto Martins, em Fortaleza (CE), também adotarão esse procedimento de informação e monitoramento. Os três aeroportos são responsáveis por 97% da chegada de estrangeiros no Brasil. Também estão previstos a adoção da medida nos aeroportos internacionais de Brasília (DF), Viracopos (SP) e Salvador (BA).

A nova medida vem para reforçar as ações de preparação do Brasil para a eventual ocorrência de caso suspeito de Ebola. O Ministério da Saúde analisou experiências internacionais para adotar ações que, sem causar transtornos na chegada dos passageiros internacionais, aumentam a segurança para detectar um eventual caso suspeito da doença.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) reitera que não devem ser adotadas medidas de restrição ao comércio e viagens com as áreas afetadas e que a triagem nos aeroportos de saída é a medida mais efetiva para evitar que passageiros internacionais possam disseminar a doença. Para a OMS, os países devem avaliar as vantagens e desvantagens de triagem no aeroporto de chegada e compartilhar as experiências. Países como os Estados Unidos e a Inglaterra adotaram a mesma medida agora implantada no Brasil.

FONTE: Ministério da Saúde
http://www.saude.gov.br

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Cursos de Atualização a Distância – TeleSSaúde UERJ

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Cepe lança página dedicada à terceira idade

Página vai ter especialistas para comentar os mais variados assuntos dessa área

No dia 4 de novembro, o Centro de Estudo e Pesquisa do Envelhecimento do Instituto Vital Brazil inaugura o Instituto Virtual do Envelhecimento e Saúde do Idoso (Ivesi). O Ivesi é uma página na internet dedicada a temas sobre a terceira idade. O lançamento será realizado em uma cerimônia no auditório do Cepe (Rua Padre Leonel Franca, 248 – Gávea), às 10h.

“O site www.ivesi.org vai funcionar como uma plataforma de notícias que saem na imprensa e outros meios de comunicação sobre temas relacionados à terceira idade. Os temas serão comentados por especialistas da área para tirar dúvidas e explicar em uma linguagem mais simples”, diz Jerson Laks, um dos idealizadores do projeto e subcoordenador técnico do Cepe. O projeto é patrocinado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

O envelhecimento populacional é uma realidade mundial, particularmente nos países em desenvolvimento. No Brasil, os idosos já ultrapassam 11% da população total (15% no Rio de Janeiro). Dados contabilizam que, em 2025, esta população ultrapasse os 20%. Este fenômeno é determinado pela diminuição da natalidade, pelo melhor controle de doenças infecciosas em geral e pelo desenvolvimento de práticas preventivas para problemas de saúde em geral. Tudo isto contribui para o progressivo aumento da longevidade.

O Centro de Estudo e Pesquisa do Envelhecimento (Cepe) é um projeto da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, gerenciado pelo Instituto Vital Brazil, que tem como objetivo promover o envelhecimento saudável, ser um ambiente de debates e formação voltado para a saúde do idoso com perspectiva de melhorar a qualidade de vida dessas pessoas e realizar avaliação interdisciplinar dos idosos.

​​O Instituto – O Instituto Vital Brazil (www.vitalbrazil.rj.gov.br) é uma instituição de ciência e tecnologia do Governo do Estado do Rio de Janeiro ligado à Secretaria de Estado de Saúde. É um dos 21 laboratórios oficiais brasileiros, um dos quatro fornecedores de soros contra o veneno de animais peçonhentos e produtor de medicamentos estratégicos para o Ministério da Saúde.

FONTE: Instituto Vital Brazil
http://www.vitalbrazil.rj.gov.br

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Posto de Saúde do Cordoeira promoverá evento para diabéticos

Antecipando o Dia Mundial do Diabetes, 14 de Novembro, o posto de saúde do bairro Cordoeira está promovendo nesta sexta-feira (31) um evento para a comunidade local, fazendo a busca ativa de pacientes, avaliações odontológicas, pesagem, mensuração, avaliação e podologia de pé diabético, orientações, entre outras ações voltadas para os diabéticos.

A Diabetes Mellitus é uma doença do metabolismo da glicose causada pela falta ou má absorção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas e cuja função é quebrar as moléculas de glicose para transformá-las em energia a fim de que seja aproveitada por todas as células. A ausência total ou parcial desse hormônio interfere não só na queima do açúcar como na sua transformação em outras substâncias (proteínas, músculos e gordura). Por ser uma doença sistêmica, isto é, afeta todo o corpo, causando cegueira, doença renal, doença cardíaca e doença vascular periférica como úlceras nos membros inferiores comprometendo os nervos periféricos com a perda parcial ou total da sensibilidade. Os traumatismos também podem provocar lesões que passam desapercebidas até um estado avançado em que a má circulação torna a cicatrização muito difícil.

O tratamento e acompanhamento desta doença são fundamentais para a manutenção da qualidade de vida destes pacientes.

FONTE: Prefeitura de Nova Friburgo
http://www.novafriburgo.rj.gov.br

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