Evento de testagem rápida promovido pela Secretaria de Estado de Saúde alerta para a importância de detectar hepatites virais

Durante três dias, população poderá fazer exame rápido que detecta presença dos vírus que causam as Hepatites tipo B e tipo C.

7a95e561-f4b3-462a-a634-9ae547e85fabA Secretaria de Estado de Saúde vai promover, nos dias 27, 28 e 29 de julho, um evento para testagem rápida dos vírus das hepatites B e C, na Praça São João, em Niterói. Das 9h às 16h, qualquer pessoa que passar pelo local poderá dedicar alguns minutos para checar se está contaminada por um desses dois tipos de vírus. O evento vai marcar o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais e também servir de alerta para essas duas formas da doença, que causam inflamações no fígado e nem sempre apresentam sintomas. A doença pode causar cirrose, câncer e até mesmo provocar a morte.

O exame é rápido e feito em uma pequena amostra de sangue. A pessoa não precisa fazer nenhum tipo de preparação prévia – como jejum, por exemplo – e caso o teste rápido dê positivo, ela é encaminhada para um novo teste no Laboratório Municipal. Se a doença for confirmada, o paciente é encaminhado para tratamento em unidade de saúde que vai inciar o tratamento. Toda a medicação é disponibilizada pelo SUS.

O secretário de Estado de Saúde, Luiz Antônio Teixeira Júnior, afirma que o evento possibilita chamar a atenção para o problema das hepatites virais e destaca a importância do diagnóstico precoce da doença: – É importante que as pessoas busquem informações sobre o assunto. Por se tratar de doenças assintomáticas, muitas vezes essas formas de hepatite só são descobertas quando o paciente apresenta um estágio avançado da doença, com graves problemas hepáticos. Com o diagnóstico precoce, é possível iniciar rapidamente o tratamento e evitar esses problemas mais graves – disse.

Dados – No estado do Rio de Janeiro, entre 2005 e 2015, foram confirmados 7.003 casos de hepatite B e outros 10.085 casos de Hepatite C. Esses números estão muito abaixo da estimativa da Organização Mundial de Saúde para uma população do tamanho da fluminense, o que também justifica a necessidade do alerta. – A subnotificação é um problema grave, os números estão muito abaixo da expectativa. Por ser uma doença muitas vezes assintomática, há muita gente que convive com o vírus e não sabe – alerta a coordenadora de Hepatites Virais da SES, Clarice Gdalevici.

Como saber se você está com hepatite viral – As hepatite B e C são infecções frequentemente assintomáticas, ou seja, não apresentam sintomas. A maioria das pessoas só descobre que tem (ou teve) hepatite B ou C depois de alguns anos, muitas vezes por acaso, através dos testes sorológicos para esses vírus. Apesar de assintomática em muitos dos casos, as hepatites B e C podem causar cansaço, dor no corpo, dor de estômago, olhos e pele amarelada ou urina escura. O doente deve procurar uma unidade de saúde e se submeter a um teste sanguíneo. Apenas o exame de sangue confirma estes dois tipos da doença.

Vacinação – Uma importante forma de prevenção contra a hepatite B é a vacinação. Ela já faz parte do calendário oficial e está disponível nos postos de vacinação. A imunização é dividida em três doses, a última sendo seis meses depois da primeira. Vale ressaltar que apenas o esquema vacinal completo é eficaz.

 Como se proteger das hepatites virais:

– Coloque em prática o sexo seguro: use camisinha. O caminho mais seguro de prevenir a transmissão sexual de uma doença é usar preservativo.

– Nunca compartilhe objetos que podem conter sangue, inclusive lâminas de barbear, alicates de unha, escovas de dentes, pois são objetos de uso exclusivamente pessoal.

– Ao fazer tatuagem ou piercing, exija material esterilizado corretamente.

– Em caso de transfusão de sangue, assegure-se quanto à origem do produto hemoterápico e se foram realizados todos os testes sorológicos exigidos.

– Faça o teste de hepatite durante o pré-natal. O diagnóstico precoce possibilita prevenção e o tratamento do bebê, no caso da hepatite B, logo após o parto.

SERVIÇO: Campanha de Luta contra as Hepatites Virais
QUANDO: dias 27, 28 e 29/07
HORÁRIO: 9h às 16h
ONDE: Praça São João, Niterói-RJ

FONTE: Governo do Estado do Rio de Janeiro
http://www.saude.rj.gov.br

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Eliminação do sarampo no Brasil tem reconhecimento internacional

Até o final de 2016 o Brasil receberá, da OMS, o certificado de eliminação do sarampo – e com isso ficará reconhecido o fim da transmissão da doença em todo o continente americano

O sarampo está eliminado no Brasil. O anúncio foi feito durante visita ao Brasil da presidente da Comissão Nacional de Especialistas para a Eliminação do Sarampo, Rubéola e Síndrome da Rubéola Congênita (SRC), Merceline Dahl-Regis: o último caso relatado no país foi no Ceará, em julho de 2015. A expectativa agora é que, até o final de 2016, o Brasil receba o certificado de eliminação do sarampo pela Organização Mundial de Saúde (OMS) – e com isso ficará reconhecida a eliminação da transmissão da doença em todo o continente americano, que será a primeira região do mundo onde isso acontece. O mesmo ocorreu, em 2015, com a rubéola e a síndrome da rubéola congênita.

Dahl-Regis elogiou o trabalho integrado e exitoso do Ministério da Saúde e da Secretaria Estadual de Saúde (SES) do Ceará, parabenizando todo o processo de vigilância epidemiológica realizado durante a situação. “O Ministério da Saúde, junto com a Secretaria Estadual e municipais de Saúde no Ceará, buscaram sempre agir de forma oportuna para enfrentar e garantir a interrupção da cadeia de transmissão do sarampo. Isso demonstra a eficiência do trabalho integrado feito pelo monitoramento e a vigilância dentro do Sistema Único de Saúde do Brasil”, explicou o secretário Executivo, Antonio Nardi, durante evento na Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), em Brasília, onde foram discutidos também os progressos realizados no sentido de garantir a sustentabilidade da interrupção da transmissão do vírus no sarampo.

Histórico – No Brasil, o Sarampo é uma doença de notificação compulsória desde 1968. Desde 1999, a vigilância do sarampo é integrada à vigilância da rubéola, tornando oportuna a detecção de casos e surtos e a efetivação das medidas de controle adequadas.

Desde a implantação do Plano de Eliminação do Sarampo, em 2000, a doença apresentou baixa morbimortalidade. No ano 2000 foram confirmados os últimos surtos autóctones nos estados do AC e MS. A partir de 2001 ocorreram casos importados, mas sem grande magnitude e controlados pelas ações de prevenção e controle.

Também foi realizada Campanha de Seguimento contra o Sarampo em todos os municípios brasileiros no período de 08 a 28 de Novembro de 2014. Com as medidas adotadas foi constatada a interrupção da circulação do vírus do sarampo no Brasil. A partir desse cenário, particularmente nos estados de PE e CE – onde ocorreram surtos em 2013, 2014 e 2015 – foi elaborado, em 2014 o Plano de Contingência Para Resposta às Emergências em Saúde Pública para o Sarampo. Em 2015, considerando o cenário da disseminação do Zika vírus país, foi elaborado o Protocolo de Vigilância e Resposta à Ocorrência de Microcefalia – Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional. Atualizado de acordo com as necessidades e o cenário epidemiológico.

Apesar dos grandes avanços obtidos no mundo, os surtos continuam ocorrendo mesmo em países que apresentam alta cobertura vacinal, o que requer que sejam mantidas as estratégias estabelecidas no Plano de Sustentabilidade da Eliminação do Sarampo, Rubéola e SRC e  manutenção da Comissão Nacional de Especialistas do Sarampo.

Mesmo após a interrupção dessa transmissão, é importante a manutenção do sistema de vigilância epidemiológica da doença, com o objetivo de detectar oportunamente todo caso de sarampo importado, bem como adotar todas as medidas de controle ao caso.

O Programa Nacional de Imunizações estabelece a meta de 95% da cobertura vacinal de forma homogênea em todas as localidades no município. Para avaliar e monitorar essa cobertura local, o Monitoramento Rápido de Cobertura (MRC) deve ser realizado de forma sistemática, com articulação entre as equipes de vigilância epidemiológica, laboratorial e imunizações, Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) e da Estratégia de Saúde da Família (ESF).

Os últimos casos autóctones de sarampo ocorreram no ano 2000 e, desde então, todos os casos confirmados no País eram importados ou relacionados à importação.

FONTE: Ministério da Saúde
http://www.saude.gov.br

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Curso de extensão on-line em Tomografia Computadorizada – Ensina Radiólogos

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Seminário Prático de Sistema Único de Saúde – SUS

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Inscrições para pesquisas sobre o Zika são prorrogadas

Ao todo, edital prevê repasse de R$ 65 milhões para incentivar estudos que promovam a descoberta de novas tecnologias e insumos estratégicos contra o vírus

O prazo para pesquisadores e cientistas inscreverem projetos que contribuam na prevenção, diagnóstico e tratamento de infecções causadas pelo vírus Zika e doenças correlacionadas foi prorrogado até o dia 10 de agosto. O edital prevê no total R$ 65 milhões para o desenvolvimento de estudos em nove linhas de pesquisas relacionados ao assunto.

As inscrições estão abertas desde o dia 10 de junho e encerrariam nesta segunda-feira (25). Com a alteração, a data da divulgação dos resultados no Diário Oficial da União e na página do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) será a partir do dia 4 de outubro. Já a contratação das propostas aprovadas será realizada a partir de 18 do mesmo mês. Os projetos serão financiados dentro de três faixas de recursos: até R$ 500 mil, de R$ 500 mil até R$ 1,5 milhão e de R$ 1,5 milhão até R$ 2,5 milhões.

O edital é uma parceria entre os ministérios da Saúde; da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e Educação, que destinaram, respectivamente, R$ 20 milhões; R$ 15 milhões e R$ 30 milhões. O recurso faz parte das ações do Eixo de Desenvolvimento Tecnológico, Educação e Pesquisa do Plano Nacional de Enfrentamento ao Aedes aegypti e à Microcefalia, lançado pelo Governo Federal em dezembro de 2015.

Para participar, os pesquisadores devem encaminhar os projetos pelo site do CNPq juntamente com o Formulário de Propostas online, disponível na Plataforma Carlos Chagas. O projeto deve estar inserido dentro de uma das nove linhas temáticas de pesquisas relacionadas ao vírus Zika. São elas: desenvolvimento de novas tecnologias diagnósticas; desenvolvimento e avaliação de repelentes e de imunobiológicos; inovação em gestão de serviços em saúde; imunologia e virologia; epidemiologia e vigilância em saúde; estratégias para controle de vetores; desenvolvimento de tecnologias sociais e inovação em educação ambiental e sanitária, além de Fisiopatologia e clínica. Os estudos devem ser concluídos dentro do prazo de 48 meses.

PESQUISAS – Até o momento, o Ministério da Saúde já se comprometeu com cerca de R$ 130 milhões para o desenvolvimento de vacinas, soros e estudos científicos para as doenças causadas pelo Aedes aegypti.

Também foram liberados R$ 11,6 milhões para o desenvolvimento de vacina contra o vírus Zika pela Fiocruz. Do total, cerca de R$ 6 milhões (US$ 1,5 milhão) serão destinados para projetos de cooperação bilateral para pesquisas sobre o vírus Zika e microcefalia entre a Fiocruz e o National Institutes of Health (NIH). Os outros R$ 5,6 milhões serão para o desenvolvimento da vacina contra o vírus Zika.

Outra pesquisa para a vacina contra Zika está em desenvolvimento pelo Instituto Evandro Chagas (IEC) em parceria com a Universidade Medical Branch do Texas, Estados Unidos. Os testes pré-clínicos (em primatas e camundongos) foram antecipados e serão realizados já em novembro deste ano. O estudo conta com o investimento de R$ 10 milhões.

Para financiamento da terceira e última fase da pesquisa clínica da vacina contra a dengue do Instituto Butantan, o Ministério da Saúde investirá R$ 100 milhões. Desse total, R$ 66 milhões já foram encaminhados ao instituto. O restante será transferido no mês de agosto.

RENEZIKA – Lançada em maio deste ano, a Rede Nacional de Especialistas em Zika e doenças correlatas (Renezika) já conta com mais de 100 especialistas nacionais e internacionais. Os grupos de trabalho têm contribuído, por exemplo, na definição da Síndrome Congênita associada à Zika, na elaboração de diretrizes para estimulação precoce das crianças acometidas, bem como na avaliação de tecnologias diagnósticas e de controle do vetor. A expectativa é que as lições aprendidas com o vírus também levem a respostas rápidas e eficazes às futuras ameaças.

FONTE: Ministério da Saúde
http://www.saude.gov.br

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Vigilância Sanitária abre novas vagas em curso para ambulantes

Encontro é nesta terça e as inscrições são gratuitas

Estão abertas as inscrições para o curso da Vigilância Sanitária sobre “Noções básicas de higiene para manipuladores de alimentos”, voltado para ambulantes. O encontro será nesta terça, dia 26, mas os interessados já podem se inscrever. Serão disponibilizadas 50 vagas e os alunos vão aprender a manipular e acomodar corretamente os alimentos que comercializam nas ruas. O objetivo é orientá-los sobre os cuidados higiênico-sanitários que devem ser tomados, com a finalidade de diminuir a ocorrência das doenças transmitidas pela comida.

O curso será somente de uma aula de três horas, que será ministrada por técnicos da Vigilância Sanitária especialistas na prevenção de riscos sanitários e de doenças transmitidas por alimentos. Ao final, haverá a distribuição de um certificado de participação individual. As inscrições podem ser feitas pelo telefone 2224-4606 ou pelo e-mail geducavisa@gmail.com, com o preenchimento da ficha de inscrição disponibilizada no site www.rio.rj.gov.br/vigilanciasanitaria.

Durante o encontro, serão apresentadas as normas para a higiene e controle de alimentos e como ocorrem as contaminações microbianas, além de outras consequências da manipulação incorreta. Haverá também dicas de cuidados com os alimentos, de acordo com sua origem (carnes, frios e embutidos, pescados, aves e ovos, produtos lácteos, etc), e de conservação e armazenamento.

O ambiente de trabalho também é alvo do curso, que ensina regras de asseio, higiene pessoal, lavagem, desinfecção e de controle de insetos e roedores. A legislação com normas higiênico–sanitárias também será apresentada e discutida com os participantes.

O encontro começa às 14h e vai até 17h, no auditório da Vigilância Sanitária, que fica na Rua do Lavradio, 180, na Lapa. Para aqueles que não puderem participar na próxima terça, haverá outros cursos com o mesmo tema nos dias 30 de agosto, 27 de setembro, 25 de outubro, 29 de novembro e 06 de dezembro.

FONTE: Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro
http://www.rio.rj.gov.br/web/smsdc

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54º Congresso Científico do HUPE – “Saúde & Esporte”

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