Jornada para Técnicos, Licenciados y Estudiantes de Radiología – As.Te.Li.R La Plata

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Escolas públicas terão vacinação e ações de prevenção à obesidade

Como incentivo à participação de municípios, Ministério da Saúde vai destinar R$ 89 milhões e repassará recursos em parcela única. Prazo para adesão é de 2/5 a 14/6

Para ampliar a atuação das equipes de saúde na rede pública de ensino, o Governo Federal lança nesta terça-feira (25/4) novo edital do Programa Saúde na Escola (PSE). A nova Portaria, assinada pelos Ministros da Saúde, Ricardo Barros e da Educação, José Mendonça Filho, estabelece doze ações a serem cumpridas pelos gestores por dois anos. No novo modelo, estudantes terão atualização do calendário vacinal e ações de promoção à saúde, como prevenção à obesidade, cuidados com a saúde bucal, auditiva e ocular, combate ao mosquito Aedes aegypti, incentivo à atividade física, prevenção de DST/Aids, entre outras. Para realizar as ações, o Ministério da Saúde destinará R$ 89 milhões por ano. O período de adesão acontece entre os dias 02 de maio e 14 de junho.

Confira aqui a apresentação sobre o novo ciclo do Programa Saúde na Escola

A iniciativa conta com o envolvimento de mais de 32 mil equipes da atenção básica distribuídas em 4.787 municípios. São profissionais da saúde que já atuaram em ações de promoção e prevenção da saúde nas escolas. A nova portaria, além de prever valor anual 2,5 vezes maior que o executado nos anos anteriores, altera a forma de repasse, que antes era feito em duas parcelas e agora passará a ser pago em parcela única, facilitando a realização das ações e o cumprimento das metas. O ciclo de adesão será de dois anos, com liberação dos recursos a cada 12 meses.

“O Governo é um único serviço à disposição da sociedade e temos que integrar para dar mais segurança, qualidade, acesso às pessoas. Essa articulação de saúde e educação possibilita mais controle com relação à alimentação nas escolas, com orientação sobre a obesidade; regularização vacinal; além de ações de saúde auditiva, visual, bucal, mental. Queremos identificar quais crianças e adolescentes precisam de assistência e, caso seja preciso, encaminhá-los para acompanhamento nas unidades de saúde”, enfatizou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Outra medida que deve ampliar o alcance do Programa em todo o Brasil, é que a partir de agora, os municípios farão adesão por escola, e não mais por níveis de ensino como era feito antes. A expectativa é que o programa alcance 144 mil escolas e atenda o maior número de estudantes com monitoramento mensal.

Atualmente, o Programa está em 79 mil escolas e atinge aproximadamente 18 milhões de alunos. A participação no PSE é de livre iniciativa do município e acontece por meio de pactuação de metas via Termo de Compromisso Municipal, por meio do Portal do Gestor do Ministério da Saúde.

“É um grande avanço em respeito as política públicas de saúde, dirigidas especialmente às crianças e jovens do ensino público e ao mesmo tempo atende as necessidades dos professores. A integração de saúde e educação tem repercussão direta na vida dessas crianças e jovens”, ressaltou o ministro da Educação, Mendonça Filho.

PROMOÇÃO À SAÚDE – Atualizar a situação vacinal dos estudantes é uma das metas obrigatórias do Programa. A rede pública do país conta atualmente com a distribuição gratuita de 19 vacinas para proteger contra mais de 20 doenças. Duas das mais recomendadas para o público serão prioridade no programa: HPV e meningite. Também estão disponíveis: BCG, Hepatite B, Pentavalente, vacina inativada Poliomielite, vacina oral contra a Pólio, VORH – vacinal oral de Rotavírus Humano, Vacina Pneumocócica, febre amarela, Tríplice viral, DTP (tríplice bacteriana), Influenza, Tetraviral, Hepatite A, dTpa (gestantes) – difteria, tétano e coqueluche e dT  (Dupla tipo adulto)  – tétano e difteria.

Outra área de atuação importante será o incentivo às ações de alimentação saudável e prevenção da obesidade infantil. Os profissionais de saúde farão o acompanhamento do peso e estado nutricional dos escolares e, quando necessário, o estudante será encaminhado para a unidade básica de saúde, onde receberá acompanhamento constante. Também haverá incentivo à implantação de cantinas saudáveis nas escolas e distribuição de materiais de apoio para ações de educação alimentar e nutricional, além do estímulo à culinária com alimentos in natura.

No novo ciclo do PSE, o combate ao mosquito Aedes Aegypti terá uma vigilância constante dos profissionais e comunidade escolar. Serão realizados mutirões de combate ao mosquito, palestras em parceria com profissionais de saúde e inserção de conteúdo nas atividades escolares.

Além disso, os estudantes terão atividades de promoção à saúde bucal, ocular e auditiva; prevenção das violências e dos acidentes; identificação de sinais de doenças em eliminação, como hanseníase, tuberculose, tracoma e esquistossomose; prevenção ao uso de álcool, tabaco, crack e outras drogas; promoção da atividade física; prevenção de DST/AIDS e orientação sobre direito sexual e reprodutivo e promoção da cultura de paz, cidadania e direitos humanos.

O acompanhamento das ações do PSE será feito exclusivamente pelo Sistema de Informação da Atenção Básica (SISAB), sistema alimentado pelas equipes de saúde da Atenção Básica. No ciclo de dois anos para execução do programa, o Ministério da Saúde acompanhará o desempenho dos municípios por meio do registro de ações do programa e indicadores de resultados. Caso os recursos não sejam integralmente executados, os valores deverão ser devolvidos à pasta.

SAÚDE NA ESCOLA – Criado em 2007 pelo governo federal, o Programa Saúde na Escola surgiu como uma política intersetorial entre os ministérios da Saúde e da Educação, com o objetivo de promover qualidade de vida aos estudantes da rede pública de ensino por meio de ações de prevenção, promoção e atenção à saúde.

O Programa tem como objetivo a integração e articulação intersetorial das redes públicas de ensino, por meio de ações entre o Sistema Único de Saúde (SUS) e redes de educação pública. A iniciativa prevê ações para acompanhar as condições de saúde dos estudantes por meio de avaliações e orientação, fortalecendo o enfrentamento das vulnerabilidades que possam comprometer o pleno desenvolvimento escolar.

FONTE: Ministério da Saúde
http://www.saude.gov.br

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1º Congresso de Imagens Médicas Ensina Radiólogos

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Banco de Pele começa a funcionar no Into

A estrutura montada pelo instituto federal, com apoio da Secretaria de Estado da Saúde, funcionará 24h por dia e possibilita melhor tratamento para vítimas de grandes queimaduras

O Banco de Pele do Estado do Rio de Janeiro entrou em funcionamento nesta segunda-feira (24/04) no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into) para beneficiar, especialmente, as vítimas de grandes queimaduras e politraumatizados. É uma iniciativa conjunta entre a Secretaria de Estado de Saúde (SES) e o Ministério da Saúde, que oferece tratamento até então indisponível na rede pública do Rio de Janeiro.

Em uma estrutura de 200m², o Banco de Pele contribui para o atendimento da demanda no país inteiro, integrando-se aos outros três bancos desse tipo existentes no Brasil. O funcionamento é 24h por dia. A unidade conta com 50 profissionais, sendo 13 médicos, e atende a todas as especificações previstas pelo Sistema Nacional de Transplantes e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Sem dúvida, o Banco de Pele trará grande avanço no atendimento às vítimas de queimaduras graves que, comumente, acabam tendo de usar pele sintética em procedimentos. Esperamos aumentar consideravelmente o número de cirurgias utilizando tecido humano, oriundo de doações. Nossa expectativa é de resultados bem-sucedidos, como os que são observados com o funcionamento do Banco de Olhos, também instalado no Into, que contribuiu para o crescimento histórico nos transplantes de córnea que registramos”, ressalta o secretário estadual de Saúde, Luiz Antonio Teixeira Jr.

A integração das atividades do instituto e da SES foi conduzida pelo coordenador geral do Banco Multitecidos do Into, Rafael Prinz, e pelo coordenador do Programa Estadual de Transplantes, Rodrigo Sarlo. O cirurgião plástico Victor Lima, médico do Into, será o responsável técnico pelo Banco de Pele. A expertise do trabalho do Into com tecidos, como córneas, foi fundamental para a implantação do Banco de Pele no instituto federal. Outro benefício é a otimização de recursos para o funcionamento.

AUMENTO DE CAPTAÇÕES – O Banco de Multitecidos do Into forneceu ossos, articulações e também córneas para a realização de 505 transplantes em 12 estados, em 2016. Foram coletados no ano passado 41% a mais de ossos e articulações – foram 41 captações, ao todo –, e 63% a mais de córneas de pacientes – 209, ao todo. Nas últimas semanas, o banco ainda forneceu as cartilagens para as duas primeiras cirurgias osteocondrais (ossos com cartilagens) ocorridas no instituto. Os dois pacientes, homens de 42 e de 53 anos, passam bem.

“Formamos uma equipe para cuidar de todo o processo de captação. Além disso, desenhamos como será o fluxo, em parceria com o Estado do Rio de Janeiro. Todo o processo de coleta de pele, preparação e armazenamento será feito por essa equipe do Into. Também seremos responsáveis por verificar se a pele captada não está contaminada, o que impede a realização de transplantes”, conta Prinz. “A coleta da pele é feita nos próprios hospitais onde estão os doadores. O armazenamento será feito no Into e o transplante de pele ocorrerá nos hospitais credenciados”.

No início deste ano, a SES e o Into promoveram um workshop para apresentar o projeto do Banco de Pele para cirurgiões plásticos e profissionais que atuam no tratamento a vítimas de queimaduras graves no Rio de Janeiro. O objetivo foi buscar a ampliação da rede de colaboradores e assim, garantir o suprimento de enxertos que vão de encontro às necessidades desses profissionais de saúde e de seus pacientes. Ainda estão previstos diferentes eventos que visam estimular o debate científico, além da educação continuada dos profissionais envolvidos nesse tipo de atendimento.

QUARTO BANCO DO TIPO – O Banco de Pele do Estado do Rio de Janeiro é o quarto do país – outras unidades existem em São Paulo, Porto Alegre e Curitiba – e sua principal atribuição é a captação, assim como o processamento, armazenamento e disponibilização de lâminas de pele humana para os centros de transplantes. A utilização será principalmente no atendimento de pacientes politraumatizados e/ou vítimas de queimaduras graves. A pele funciona como um curativo biológico para a proteção e cobertura de lesões, sejam estas superficiais ou profundas. Isso protege o paciente contra infecções, efeito importante para a redução da perda de líquido e de calor, estimulando a cicatrização e colaborando para minimizar a dor. Comprovadamente, pode significar a diferença entre a vida e a morte de um paciente grave.

Diferentemente do que ocorre na captação de órgãos sólidos, que só pode ser realizada em pacientes com diagnóstico de morte encefálica, a doação de pele também pode ser feita quando o paciente sofre parada cardiorrespiratória. E, assim como qualquer outra doação, ela só acontece mediante a autorização da família do paciente. A distribuição dos tecidos é coordenada pelo Sistema Nacional de Transplantes e, nos estados, pelas Centrais Estaduais de Transplantes, para pacientes inseridos nos sistemas.

FONTE: Ministério da Saúde
http://www.saude.gov.br

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Instituto Nacional de Cardiologia promove campanha de controle da hipertensão

Evento no Rio de Janeiro terá avaliações e orientações gratuitas à população. Capital tem maior prevalência da doença, segundo pesquisa Vigitel Brasil

No Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão, 26 de abril, o Instituto Nacional de Cardiologia (INC) promove no Rio de Janeiro um evento gratuito e aberto ao público em geral. É a Campanha de Combate à Hipertensão, que ocorre no Largo do Machado, no bairro do Flamengo, das 9h às 12h. A campanha conta com o apoio da Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro (Socerj).

Anualmente, profissionais do Instituto se reúnem para atender e orientar a população sobre a importância de prevenir e controlar a hipertensão arterial e as doenças cardiovasculares. Serão distribuídas senhas por ordem de chegada para pessoas de todas as idades.

A programação inclui: aferição de pressão, pesagem e medição da circunferência abdominal. Também estão previstas consultas com cardiologistas, nutricionistas, assistentes sociais e terapeutas ocupacionais. O exame mini mental, que consiste em um questionário com palavras e imagens para testar a memória do paciente, estará disponível para pessoas acima de 60 anos.

“Em algumas pessoas, o diagnóstico da hipertensão se torna conhecido apenas quando há o surgimento de complicações, entre as quais podemos citar acidente vascular cerebral, infarto do miocárdio, insuficiência renal”, alerta Ana Patrícia Oliveira, cardiologista e uma das organizadoras da campanha.

RIO TEM ÍNDICE MAIS ALTO – A hipertensão é uma doença silenciosa que pode afetar qualquer pessoa. A Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel Brasil), realizada pelo Ministério da Saúde em todas as capitais do país e que acaba de ser divulgada, revelou que o número de pessoas com hipertensão cresceu 14,2% em 10 anos – passou de 22,5% em 2006 para 25,7% em 2016.

O Rio de Janeiro é a capital com maior prevalência no país, com 31,7% do total de entrevistados com diagnóstico médico de hipertensão, seguido de Recife (28,4%), Porto Alegre (28,2%) e Belo Horizonte (27,8%). Palmas apresentou o menor percentual (16,9%).

O resultado do Vigitel Brasil reflete respostas de entrevistas realizadas de fevereiro a dezembro de 2016 com 53.210 pessoas maiores de 18 anos das capitais brasileiras. No país, as mulheres têm mais diagnóstico de hipertensão. Ao todo, 27,5% das pessoas entrevistadas que têm hipertensão eram do sexo feminino e 23,6%, do sexo masculino.

COMPLICAÇÕES – A maior incidência é entre as pessoas acima de 65 anos – entre elas, 64,2% dos entrevistados haviam sido diagnosticados com a doença. Para o presidente da Socerj, Ricardo Mourilhe, aderir ao tratamento da hipertensão é fundamental. “As pessoas sabem que têm de tomar seu medicamento diariamente, mas esquecem. Ou, quando estão se sentindo bem, não veem necessidade de tomá-lo, o que prejudica todo o tratamento”.

Este é o segundo evento do INC aberto ao público neste ano no Largo do Machado. No primeiro, em 8 de março, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher e também em conjunto com a Socerj, foram atendidas gratuitamente 150 mulheres com orientações e avaliações sobre as doenças do coração.

O chefe do Departamento de Hipertensão do INC, Ivan Cordovil, que participará das orientações gratuitas ao público, adverte sobre a necessidade de adotar uma vida saudável, com atividades físicas e boa alimentação, para evitar a hipertensão. “E também evitar o consumo de álcool e cigarros”, acrescenta.

Serviço:

O quê: Evento em comemoração do Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão
Data: 26 de abril, das 9h às 12h
Local: Praça do Largo do Machado, no bairro do Flamengo, Rio de Janeiro
Como participar: Senhas serão distribuídas no local para atendimento gratuito
Serviços disponíveis: Aferição de pressão, pesagem e medição da circunferência abdominal para análise de IMC (índice de massa corpórea). Exame mini mental, usado para rastrear perdas cognitivas, também conhecido como ‘teste de memória’. Consultas com cardiologistas, nutricionistas, assistentes sociais e terapeutas ocupacionais.

FONTE: Ministério da Saúde
http://www.saude.gov.br

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1º Seminário de Prevenção de Acidentes e Doenças do Trabalho

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Jornada de Radiologia em Barra Mansa-RJ

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