Angra dos Reis recebe serviço de tomografia móvel

A partir do dia 21 de outubro os moradores de Angra dos Reis poderão fazer exames no serviço de tomografia computadorizada móvel da Secretaria de Estado de Saúde (SES). O aparelho ficará no Cais Santa Luzia, centro da cidade, onde permanece até o dia 1º de novembro. Os moradores dos municípios de Paraty, Mangaratiba, Rio Claro, Itaguaí e Seropédica também serão beneficiados.

– Levar exames de tomografia e ressonância móveis à população do interior representa uma revolução na saúde do estado. Pessoas que antes não tinham acesso ao diagnóstico por imagens já podem fazer este tipo de exame – afirma o coordenador de Serviço Móvel de Imagem da SES, Jorge Ataualpa.

O serviço funciona de 8h às 18h30 durante a semana, e aos sábado e feriados de 8h às 15h. Os aparelhos têm capacidade para realizar 70 exames por dia. A tomografia móvel conta com dois aparelhos de ar-condicionado, elevador para macas e cadeira de rodas e contam, ainda, com vestiário para o paciente.

Agendamento - Os exames nas unidades móveis da Secretaria de Estado de Saúde são agendados através das secretarias municipais, que recebem o pedido médico do paciente e encaminham a planilha com as demandas para o serviço da SES. Também cabe aos municípios informarem aos pacientes sobre a data, hora, local e condutas preparatórias ao procedimento. O paciente que possui aparelho de celular recebe essas informações via torpedo telefônico até 48 horas antes do dia marcado. Após um período de até 15 dias úteis, os laudos são entregues a Secretaria de Saúde do município onde o paciente reside.

Rapidez - O serviço foi criado para atender aos moradores de cidades em que não há esse tipo de exame na rede pública ou onde o serviço existente não é capaz de suprir a demanda. Instalado numa carreta especial, fabricada e montada por uma empresa norte-americana, o equipamento é capaz de realizar um exame de corpo inteiro em 30 segundos, enquanto os aparelhos convencionais levam entre 20 e 40 minutos.

Mais de 148 mil exames - O serviço itinerante de unidades móveis de imagem da Secretaria de Estado de Saúde já realizou mais de 148 mil exames. O Tomógrafo Móvel foi criado em 2009, sendo o primeiro de diagnóstico por imagem do país a percorrer os municípios levando possibilidade de tratamento aos usuários do SUS. Em março de 2011, a SES passou a contar com a segunda unidade itinerante. Os dois equipamentos já realizaram 102.310 exames. A SES também disponibiliza o serviço de Ressonância Magnética Móvel, que já atendeu mais de 27.331 pacientes, e o serviço móvel de Mamografia/Ultrassonografia, com mais de 13.798 exames realizados.

Economia de mais de R$ 42 milhões - Inaugurado em 2009, o Serviço Móvel de Imagem da Secretaria de Estado de Saúde já rendeu economia de mais de R$ 42 milhões aos cofres dos municípios de todo o estado do Rio, que puderam investir esses recursos na ampliação da oferta de saúde para a população local. Com os dois Tomógrafos Móveis, a Ressonância Magnética Móvel e o Mamógrafo Móvel percorrendo todas as regiões do Rio de Janeiro nestes cinco anos, as prefeituras deixaram de ter que pagar pelos exames na rede conveniada para atender à demanda da população local. Exames de diagnóstico fazem parte das atribuições dos municípios dentro do Sistema Único de Saúde (SUS) e são fundamentais para detectar doenças no estágio inicial e assim garantir sucesso no tratamento.

FONTE: Governo do Estado do Rio de Janeiro
http://www.saude.rj.gov.br

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Ministério libera R$ 12 milhões para combater desnutrição infantil

Em 10 anos, Brasil reduziu pela metade o percentual de crianças com menos de cinco anos desnutridas. Recurso se destina a municípios pequenos de todo o Brasil

O Ministério da Saúde autorizou, nesta sexta-feira (17), o repasse de R$ 12 milhões para combater a desnutrição infantil. Os beneficiados são 216 municípios de pequeno porte, a maioria no Norte e Nordeste e com menos de 20 mil habitantes, onde ainda mais de 10% das crianças menores de cinco anos estão abaixo do peso ideal para a idade. Esta é a terceira parcela enviada às cidades que aderiram à Agenda para Intensificação da Atenção Nutricional à Desnutrição Infantil (ANDI), totalizando R$ 33 milhões.

Os avanços brasileiros na redução da desnutrição infantil nas últimas décadas foram muito expressivos, representando uma queda de quase três vezes no déficit de peso para idade e de duas vezes no déficit de altura para idade em crianças menores de cinco anos somente no período de 1996 a 2006. Dados da última Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (PNDS), realizada em 2006, indicam que apenas 1,8% das crianças ainda apresentavam déficit de peso, bem menor que o índice registrado em 1996, 4,2%. No Nordeste, os progressos são ainda mais expressivos, saindo de 6,3% para 2,2% em dez anos.

“Apesar das conquistas realizadas nos últimos anos, ainda há municípios brasileiros, sobretudo no interior do Norte e Nordeste, em que parte da população infantil convive com carências nutricionais. A ANDI é uma proposta do Ministério da Saúde para estruturar ações de alimentação e nutrição aos municípios que enfrentam este desafio”, destaca o secretário de Atenção à Saúde, Fausto Pereira dos Santos.

Para receber os recursos, os gestores locais se comprometem a enfrentar os determinantes sociais que causam a desnutrição, ampliando o acompanhamento das condicionalidades de saúde das famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família e a abrangência do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan), e a melhorar a identificação e o acompanhamento de crianças com desnutrição ou atraso no desenvolvimento infantil, com busca ativa, visitas domiciliares e melhor acolhimento no Sistema Único de Saúde. Dos 238 elegíveis, 216 cumpriram a meta. “Há evidências científicas que comprovam que quando as crianças do programa Bolsa Família são acompanhadas, há melhoria na sua condição nutricional”, destaca a coordenadora de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Patrícia Jaime.

Recente pesquisa realizada pelos Ministérios da Saúde e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome indica que a desnutrição crônica caiu 51,4% entre as crianças do programa Bolsa Família em cinco anos. De acordo com a pesquisa “Evolução temporal do estado nutricional das crianças beneficiárias do Programa Bolsa Família”, em 2008, 17,5% das crianças entre zero e cinco anos analisadas estavam abaixo da estatura indicada para a idade. Após quatro anos sob os cuidados dos profissionais do Sistema Único de Saúde, o índice desse mesmo grupo de crianças caiu para 8,5%, queda de nove pontos percentuais.

Ao contrário da desnutrição aguda, determinada pelo baixo peso, a desnutrição crônica reflete longos períodos expostos a situações de fome e miséria, inclusive, no ventre da mãe, comprometendo o crescimento da criança. A altura média dos perfis analisados aumentou devido a melhoria nutricional e do acesso à saúde, garantido pelo Bolsa Família. Em 2008, os meninos de cinco anos de idade mediam 107,8 cm, e, em 2012, chegaram a 108,6 cm. Já as meninas passaram de 107,2 cm para 107,9 cm. Neste estudo, foram analisadas 362 mil crianças beneficiadas pelo programa por cinco anos consecutivos, entre 2008 e 2012.

A verba repassada aos municípios pode ser utilizada nas ações relacionadas à organização da atenção nutricional, na qualificação profissional, na realização de oficinas com a comunidade sobre alimentação e nutrição, aleitamento materno e outros cuidados e também na contratação de profissionais para apoiar o cuidado integral à saúde da criança. A desnutrição na infância  pode prejudicar o desenvolvimento, causar doenças infecciosas e respiratórias, comprometer o aproveitamento e a capacidade produtiva na idade adulta e até levar à morte.

O Ministério da Saúde investiu R$ 30 milhões para ampliar o programa de suplementos nutricionais, que inclui a distribuição de sulfato ferroso para crianças de seis a 24 meses em todas as UBS do país e da vitamina A para crianças menores de cinco anos. Cerca de 2,3 milhões de crianças já foram beneficiadas com a Vitamina A, em 2014, no Brasil.

A Politica Nacional de Aleitamento Materno também tem conseguido ampliar as taxas de aleitamento de forma significativa e contribuído efetivamente para que o país atingisse as metas internacionais. Nas capitais brasileiras e no Distrito Federal, o tempo médio de aleitamento materno aumentou em um mês e meio entre 1999 a 2008. Até o ano passado, 5.700 profissionais de saúde das equipes de atenção básica foram qualificados a orientar as mães como proceder na alimentação do primeiro ano de vida.

A diminuição da pobreza obtida pelo programa brasileiro de transferência de renda – o Bolsa Família – é um forte fator para a redução dos óbitos infantis. Para continuar recebendo o benefício, as famílias precisam manter atualizado o cartão de vacinação das crianças até sete anos, fazer o acompanhamento médico de gestantes, bebês e mães em fase de amamentação, além do acompanhamento do desenvolvimento das crianças da família.

A revista científica britânica The Lancet, em maio de 2013, constatou que o Bolsa Família, atrelado à expansão da estratégia Saúde da Família, contribuiu para a redução em 19,4% da mortalidade de crianças até cinco anos. Os números mostram que a redução foi ainda maior quando se considerou a mortalidade por causas específicas, como desnutrição (65%) e diarreia (53%).

ANDI – A agenda foi instituída em 2012 com o objetivo de apoiar a estruturação e qualificação de ações para o enfrentamento da desnutrição infantil na Rede de Atenção à Saúde nos municípios com menos de 150 mil habitantes que apresentam prevalência de déficit de peso para idade em crianças menores de cinco anos maior ou igual a 10%, segundo o Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN).

FONTE: Ministério da Saúde
http://www.saude.gov.br

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Prefeitura do Rio oferece método minimamente invasivo de Laqueadura

A Secretaria Municipal de Saúde começa a oferecer, a partir dessa semana, uma nova técnica de laqueadura ambulatorial para reduzir a espera de mais de 1,7 mil mulheres cariocas que aguardam pelo procedimento. Trata-se da esterilização transcervical, que pode ser feita em duas horas e vai permitir a realização de até três mil procedimentos ao ano.
 
O método tem diversas vantagens: o procedimento é rápido, menos invasivo e pode ser realizado em ambulatório, dispensando o uso de centros cirúrgicos. Além disso, não são necessários cortes, anestesia e internações.
 
A técnica já é utilizada em larga escala na Europa, Estados Unidos e Uruguai, e está sendo implementada em alguns estados, como São Paulo, Santa Catarina e Distrito Federal. O método é aprovado pela Anvisa desde 2009 e tem o objetivo de contemplar com anticoncepção definitiva mulheres que desejam não mais engravidar e que estejam dentro dos critérios legais preconizados pelo Sistema Único de Saúde.
 
Para ter acesso ao procedimento, as mulheres devem procurar a unidade de Atenção Primária de sua referência. Na unidade, vão participar de consultas de Planejamento Familiar e serão inseridas no sistema de regulação do município.
  
Números:
 . No município do Rio de Janeiro, cerca de 1,7 mil mulheres aguardam para realizar a laqueadura;
. A cada mês, estima-se que 200 mulheres buscam as unidades de saúde do município interessadas em realizar laqueaduras;
. A técnica vai permitir a realização de três mil procedimentos ao ano;
. No total, o novo procedimento dura até duas horas. A laqueadura tradicional, com internação, demora mais de 24 horas.
 
O método
Consiste na colocação de um microespiral de titânio que, inserido pela vagina por histeroscópio, é colocado em cada tuba uterina. O dispositivo provoca fibrose reacional e é irreversível. Esse método dispensa, ainda, a prática de exames prévios, de jejum e internação hospitalar.

FONTE: Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro
http://www.rio.rj.gov.br/web/smsdc

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Livro: “Contos de Fada – Um Papel de Resgate”de Aline Ferreira Vitor

609964Uma pedra lançada em um pântano provoca ondas na superfície da água, envolvendo em seu movimento, com distâncias e efeitos diversos, os golfões, as taboas (planta aquática) e o barquinho de papel. Objetos que estavam ali por conta própria, na sua paz ou no seu sono, são como que chamados para a vida, obrigados a reagir, a se relacionar. Outros movimentos invisíveis propagam-se na profundidade, em todas as direções, enquanto a pedra se precipita agitando algas, assustando peixes, causando sempre novas alterações moleculares. Quando toca o fundo, revolve a areia, encontra objetos ali esquecidos, desenterrando alguns, recobrindo outros.
Gianni Rodari – (Gramática da Fantasia)

Carioca, pelas circunstâncias, nascida no Rio de Janeiro, reside em Teresópolis, desde a infância. Professora de Língua Portuguesa e Literatura – UFF, pós-graduação em Arteterapia na Educação e na Saúde, Universidade Candido Mendes; Curso de Artes – Escuela de Turismo, Palma de Mayorca, Espanha; Professora para serviços prestados à Fundação CESGRANRIO e CESPE – UnB; 25 anos professora da Prefeitura do Rio de Janeiro e Estado do Rio de Janeiro; Atuação como professora na Fundação José Veríssimo, Óbidos – Pará e Fundação MUDES – Vale do S. Francisco; UNIFESO, Artes Cênicas – Prefeitura do Rio, ex-professora dos colégios S. Paulo, N. Srª Carmo, Secretaria Municipal de Educação, S.M. Cultura; SUS. Visita à Universidade de Coimbra.
Contato com a autora:
alinevitor@uol.com.br

Bruno Bettelheim, em A Psicanálise dos Contos de Fada, nos revela que uma luta contra dificuldades graves é inevitável, é parte intrínseca da experiência humana, mas se não se intimida e se defronta com opressões inesperadas ou injustas, ela dominará todos os obstáculos e, no fim, emergirá vitoriosa.

Serviço:

Contos de Fada
Um Papel de Resgate
Aline Ferreira Vitor

Scortecci Editora
Narrativa
ISBN 978-85-366-3648-1
Formato 14 x 21 cm
52 páginas
1ª edição – 2014

Mais informações:

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Cursos Online de Radiologia com o Prof. Guilherme

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II Encontro de Técnicas Radiológicas CBA – Itaguaí-RJ

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2ª Jornada Radiologia Sem Fronteiras – Paraíba do Sul-RJ

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