Consultoria cardiológica ajuda a reduzir morte por infarto na rede estadual de saúde

Plano de ação construído pela equipe da Secretaria de Estado de Saúde padronizou a linha de cuidados da doença na rede pública do RJ

b_800_600_0_00_images_stories_ASCOM_monitor_IMG_0986aPrincipais portas de entrada de urgência e emergência em todo o Rio de Janeiro, as 55 Unidades de Pronto Atendimento do estado realizaram, juntas, mais de 5,3 mil atendimentos por infarto em 2013. Na rede estadual de saúde, desde 2009, as UPAs seguem um protocolo de atendimento à dor torácica, que vem ajudando a minimizar sequelas e a salvar vidas dos pacientes. Funciona assim: ao dar entrada na unidade, o paciente com quadro sugestivo de infarto faz eletrocardiograma e exames laboratoriais específicos para confirmar a suspeita da doença. Os pacientes com perfil clínico que se encaixe no protocolo são medicados e encaminhados para a realização de exames e/ou procedimentos complementares em unidades com profissionais especializados. Quando não é necessário, o paciente, após medicado, permanece em observação na UPA, onde é acompanhado pela equipe médica da unidade.

Além do protocolo, todos os profissionais de unidades de urgência e emergência, sejam de UPAs ou hospitais, contam com o Núcleo de Consultoria Cardiológica (NCC), que funciona com cardiologista de plantão 24h por dia para auxiliar profissionais da ponta. Com acesso aos exames, eles orientam à distância a melhor conduta e encaminhamento dos pacientes ao tratamento adequado.

Linha de Cuidados do Infarto Agudo do Miocárdio – Agora, a Secretaria de Estado de Saúde estuda o mapeamento de incidência da doença e de oferta de serviços cardiológicos na Região Metropolitana para a criação de uma linha de cuidados do Infarto Agudo do Miocárdio, a ser padronizada em toda a rede pública, seguindo um fluxo de atendimentos para aumentar o número de diagnósticos e torná-los mais precoces.

Desde de novembro de 2013, técnicos da Secretaria de Estado de Saúde vem se reunindo com membros das redes pública federal e estadual, além de prestadores de serviço que atendem pelo SUS, para implantar o protocolo no segundo semestre deste ano. Em julho, uma grande capacitação vai reunir coordenadores e chefes de enfermagem das unidades da capital e Baixada Fluminense, para que se tornem multiplicadores deste tipo atendimento, que também vai contar com um programa de educação à distância produzido em parceria com a Uerj.

Desde o ano passado, a Secretaria de Estado de Saúde vem mapeando a incidência da doença e de oferta de serviços cardiológicos na Região Metropolitana do Rio para a implantação da linha de cuidados do Infarto Agudo do Miocárdio, a ser padronizada em toda a rede pública, seguindo um fluxo de atendimentos para tornar o diagnóstico mais precoce e tratar o paciente e dar mais agilidade ao atendimento ao paciente.

Instituto Estadual de Cardiologia Aloysio de Castro (IECAC) – Unidade de referência para atendimento de casos de alta complexidade em cardiologia, com consultas (ambulatório) e cirurgias, o IECAC conta hoje com 110 cardiologistas. Suas vagas do IECAC são reguladas pela Central Estadual de Regulação. No entanto, caso algum paciente necessita atendimento de urgência, ele é acolhido por um enfermeiro da unidade, que o encaminha para a unidade adequada ao seu tratamento

FONTE: Governo do Estado do Rio de Janeiro
http://www.saude.rj.gov.br

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