UPAs batem a marca de 21 milhões de atendimentos

b_800_600_0_00_images_stories_ASCOM_UPAMage-Inauguracao_UPA_Mage_-_inauguracao_4Objetivo alcançado. Este é o diagnóstico da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro diante dos resultados obtidos pelas 54 Unidades de Pronto-Atendimento 24 horas (UPAs) construídas pelo Estado. Nesta quinta-feira (20), a marca de 21 milhões de atendimentos foi superada. O modelo implantado para contribuir com o atendimento de urgência e emergência – reduzindo a procura pelos hospitais-gerais para a assistência de casos de menor complexidade – demonstra eficiência desde 2007, quando foi inaugurada a primeira unidade. Atendendo a população de diferentes municípios, as UPAs têm alto índice de resolutividade; menos de 1% dos casos precisou ser transferido. As UPAs já realizaram mais de 18 milhões de exames, mais de 5 milhões de atendimentos odontológicos e distribuíram cerca de 150 milhões de medicamentos.

Ampliação do acesso à urgência e emergência – Uma das principais portas de entrada de pacientes na rede pública de saúde são as grandes emergências. Em 2006, antes da existência das UPAs, as emergências dos hospitais fizeram 945 mil atendimentos, o equivalente a 2,5 mil por dia. Em 2012, por exemplo, os hospitais e as UPAs fizeram, juntos, 3,66 milhões de atendimentos, o que dá média de mais de 10 mil atendimentos por dia; quatro vezes a mais que em 2006; evidenciando que as UPAs foram fundamentais para a ampliação do acesso da população à saúde pública.

Mudança de cultura – A superintendente de Unidades Próprias da Secretaria de Estado de Saúde, Valéria Moll, afirma que a criação das UPAs provocou uma mudanças de comportamento na população, que às vezes não conseguia atendimento e acabava optando pela automedicação.

– Lembro que quando fui coordenadora da primeira UPA, a da Maré, conheci uma senhora, que me agradeceu muito porque tinha ido ao médico pela primeira vez em 60 anos de vida. De acordo com a senhora, ela nunca conseguia ser atendida e sempre acabava se automedicando. Com a criação das UPAs, essa cultura acabou mudando, uma vez que todos podem ter acesso a atendimento de emergência de qualidade – , recorda Valéria Moll.

O que tem na UPA? – Dentro dos serviços disponíveis nas UPAs estão as especialidades de clínica médica e pediatria, odontologia, exames laboratoriais e de raio-x, sutura, gesso, medicação e nebulização. Importante lembrar que nenhuma UPA oferece a especialidade de ortopedia. Portanto, se este for o caso, o paciente deve procurar um hospital-geral. (Veja aqui os endereços dos hospitais da rede estadual)

 Atendimento em casos de dengue – As equipes das UPAs estão treinadas para atuarem em casos de suspeita, e confirmação, de dengue através da utilização do prontuário eletrônico desenvolvido de acordo com protocolo do Ministério da Saúde. Através do preenchimento de um formulário, o profissional tem subsídios para diagnosticar e orientação à conduta necessária, quando mesmo, direcionar o paciente para o leito de hidratação.

Do RJ para o mundo – As UPAs são encontradas em todas as macroregiões do estado do Rio de Janeiro. Devido ao sucesso do modelo, as unidades também têm sido replicadas pelo território nacional, fazendo parte das ações do Governo Federal para a saúde pública. O projeto também foi importado fora do país.

FONTE: Governo do Estado do Rio de Janeiro
http://www.saude.rj.gov.br

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